02 de Julho de 2008

7 Dias com Tex na cidade de Loiano (Itália): O Vídeo

O blogue do Tex dá a conhecer um magnífico vídeo (de cerca de 10 minutos) da Mostra de Loiano, realizada na Itália de 7 a 14 de Junho passados e intitulada "7 giorni con Tex",  um grande evento dedicado à maior personagem do fumetto (banda desenhada) italiano: Tex Willer.

A principal atracção do evento foi a Mostra de pranchas originais do Texone escrito pelo já falecido Gino D'Antonio e desenhado por Lucio Filippucci, que foi lançado recentemente na Itália. A Mostra, com o título “Seminoles”, esteve sediada na Sala Fantazzini e permaneceu aberta durante todos os dias da Fiesta Texiana na cidade.

Neste vídeo, dá-se a conhecer o início da saga do Ranger, mas sobretudo Lucio Filippucci e o seu Texone, mas também se mostra partes da exposição realizada em Loiano e ainda desfiles de cowboys e um concurso de desenho destinado a jovens amantes da banda desenhada, de idades compreendidas entre os 11 e os 14 anos baseado precisamente no Ranger Tex Willer.

alt : http://www.youtube.com/v/k5LQD86jEGM&hl=en
 
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03 de Junho de 2008

Tex Willer, o Pistoleiro: Vídeo-montagem do filme!

TEX WILLER: O PISTOLEIRO, foi o título adoptado em Portugal, do filme do Ranger, “Tex e il Signore degli Abissi”, dirigido por Duccio Tessari e produzido conjuntamente pela RaiTre e pela produtora Cinecittà em 1985 e que o Blogue do Tex mostra algumas cenas numa vídeo-montagem de pouco mais de 7 minutos, que damos a conhecer aos Texianos.
A abrilhantar esta vídeo-montagem, Ferrum Aeternum e Iron, duas músicas western dos consagrados Ensiferum:


alt : http://www.youtube.com/v/f-dnjBg-ylM&hl=en
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11 de Março de 2008

Tex Willer: A lenda

TEX WILLER: A LENDA, é o título da vídeo-montagem que damos a conhecer hoje no blogue do Tex. Trata-se de uma sucessão de maravilhosos desenhos (na sua grande maioria, realizados por Fabio Civitelli, inclusive o desenho de Tex em Moura - Portugal) de Tex Willer que ajudam a compreender o porquê de Tex ser um mito!
A abrilhantar este vídeo, temos a banda sonora composta por John Barry, pertencente ao filme "Danças com Lobos" (no original: "Dances with Wolves"):

alt : http://www.youtube.com/v/cSCKY3oMvWc
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28 de Fevereiro de 2008

3ª. Expo-Tex de João Pessoa - Brasil

O blogue do Tex publica desta vez o relatório da III Expo-Tex de João Pessoa, da autoria de G. G. Carsan, ilustrado por excelentes fotos e um fantástico vídeo (com uma imagem de alta qualidade), realizado aquando desse evento ocorrido no Brasil. Evento que aconteceu entre 27 e 30 de Novembro de 2007, numa organização do próprio  G. G. Carsan.

Por G. G. Carsan


Um olhar pela imprensa...

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Herói dos quadrinhos, Tex é tema de mostra
* RENATO FÉLIX
 
Tex cavalga pelos quadrinhos de faroeste, no Brasil, desde 1971 - e nunca deixou de ser publicado desde então, mesmo tendo passado por quatro editoras diferentes. Os fãs não deixaram a publicação no país ser interrompida nestes anos todos e criam eventos como a Expo-Tex, em João Pessoa, exposição que chega a sua terceira edição. A abertura é hoje, às 19 horas, no Gabinete Cultural.
O fotógrafo G.G. Carsan coleciona não só as revistas, mas todo o material possível sobre o personagem há vários anos. Ele expõe publicações nacionais de várias épocas, revistas italianas (Tex surgiu na Itália em 1948), pôsteres, memorabilia e até a exibição de um filme sobre o personagem: o italiano Tex e o Senhor do Abismo (1985), estrelado por Giulianno Gemma.
Carsan também vai apresentar uma palestra sobre o personagem - o colecionador prepara o lançamento do livro Tex no Brasil, que trata da trajetória de publicação do herói no país.
Tex Willer foi criado por Giovanni Bonelli e Aurelio Galleppini na história “Il totem misterioso”. No início, as histórias eram publicadas em tiras de três quadrinhos cada - 32 por gibi, um gibi por semana. Nos primeiros anos, o personagem era um cowboy solitário e fora-da-lei. Com o passar dos anos, mudou de lado, seu cavalo recebe um nome (Diamante) e ganhou companheiros: o índio Jack Tigre, Kit Carson (que é um personagem real) e, depois, Kit Willer, o filho de Tex.
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WSCOM
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A volta do bang-bang: Expo-Tex abre sua terceira edição nesta terça em João Pessoa
 
Arquivo Herói completa 60 anos de existência em 2008 Ampliar imagem Herói completa 60 anos de existência em 2008 Começa nesta terça-feira, 27, a 3ª. Expo-Tex no Centro Histórico de João Pessoa. A abertura será às 19h, com apresentação de slides, filme do personagem, e uma palestra do colecionador G. G. Carsan, entusiasta da exposição. A visitação prossegue até o dia 30, das 9h às 18h.
A Expo-Tex tem por objetivo reunir os colecionadores e fãs da revista TEX e incentivar a leitura e divulgar o personagem entre os jovens alunos de escolas convidadas para o evento, através de palestras e sorteio de revistas em quadrinhos. Tex foi criado na Itália em 1948 (os fãs festejarão com pompa os 60 anos em 2008), por Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini (in memoriam) e faz sucesso em diversos países até nossos dias.
Segundo o colecionador, administrador e fotógrafo G. G. Carsan, organizador do evento, Tex é um ranger durão e destemido que percorre o Velho Oeste aplicando a lei e ajudando os fracos e oprimidos, mostrando o que é ética, amizade, solidariedade, força, inteligência e honra em grandes e inesquecíveis aventuras, onde enfrenta inimigos poderosos e perigos terríveis. É lançado no Brasil desde 1971 e chega nas bancas em 9 coleções distintas da Mythos Editora, capaz de agradar aos leitores mais exigentes.
Carsan divulga o personagem e incentiva a leitura em diversas mídias, além de mostrar e provar que 'gibi é cultura'. Carsan começou aos 10 anos e tem a coleção principal completa, com 455 revistas. A Expo-Tex apresenta as diversas coleções, posters, cartazes, livros e gibis italianos (origem), fotos, filmes de faroeste e vários objetos. Nesta edição, haverá venda de camisetas e de revistas novas do Tex, oficina de desenho em quadrinhos, sorteio de revistas usadas.
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Cultura
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Expo-Tex começa nesta terça-feira

Começa nesta terça-feira (27), às 19h, no Gabinete Cultural de Fuba, a terceira edição da Expo-Tex, a mostra que reúne colecionadores e fãs da revista Tex. A programação de abertura terá apresentação de slides, filme e uma palestra do colecionador G. G. Carsan, que organiza o evento. A visitação será da quarta (2 a sexta (30), das 9h às 18h.
"A idéia é também incentivar a leitura e divulgar o personagem entre o público em geral e os alunos das escolas convidadas para o evento", explicou Carsan.
Tex foi criado na Itália em 1948, por Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini, e faz sucesso em diversos países até hoje em dia. "Trata-se de um cowboy durão e destemido que percorre o Velho Oeste aplicando a lei e praticando a solidariedade", explicou o organizador.
A revista está no Brasil desde 1971, em nove coleções distintas da Mythos Editora, capaz de agradar aos leitores mais exigentes.
Carsan começou sua coleção quando tinha apenas 10 anos de idade e hoje tem uma acervo de 455 revistas. A Expo-Tex apresenta as diversas coleções, posters, cartazes, livros e gibis italianos originais, fotos, filmes de faroeste e vários objetos.
Nesta edição haverá venda de camisetas e de revistas novas do Tex, oficina de desenho em quadrinhos e sorteio de revistas. Mais informações pelo fone (83)8807-6608.
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E agora o relatório do evento em si...
 
27/11/2007
Além das matérias que saíram na Internet, coleccionei os jornais impressos, onde saíram as matérias nos cadernos de cultura. E a entrevista dada ao jornal O Norte ficou muito boa.
 
À tarde fui para o Gabinete Cultural e arrumei as revistas nos seus devidos lugares, preguei os cartazes, pendurei os quadros,etc.
 
Às 19:30 ocorreu a abertura da Expo-Tex, para alguns convidados.
Havia apenas um texiano, de nome Jessé, que viu o anúncio e se propôs a ir ver o que tínhamos preparado para o ídolo. Foi muito bem recebido e ficou de retornar, levando um parente cujo nome é Tex Willer.
Realizamos a palestra apresentando o Tex, depois a plateia viu uma apresentação multimédia do nosso herói no Brasil e algumas cenas do filme Tex e o Senhor do Abismo, legendado.
A seguir tivemos um coquetel com whisky para os cowboys e licor de amarula para as cowgirls.
Quando eu terminava a palestra chegou a TV Correio e acompanhou boa parte dos acontecimentos, até o repórter se deixar fotografar junto ao cover do Tex e ficar até depois do coquetel.
Foi assim, tudo na paz, bem legal.
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28/11/2007
O dia começou muito excitante, pois a TV Correio apresentou às 7:30 am, a matéria da Expo-Tex realizada durante a abertura. Uma matéria legal, bem trabalhada, que foi vista por muita gente. É engraçado a gente se ver fantasiado na TV.
 
Às 2:00 pm, recebi a notícia de que a TV Correio havia repetido a matéria sobre a Exposição no jornal do meio-dia. Fiquei bem contente, pois havia a certeza de mais gente vendo o evento.
 
O primeiro dia da Expo-Tex teve a visita do Vagner Viaro, que passou um bom tempo por lá (já participou da 2ª Expo). Depois tivemos a visita do jovem Daylson, da vizinha Santa Rita, estudante de desenho e simpatizante do Tex (tomara que se torne um coleccionador de verdade). O vereador Fuba passou por lá e fizemos um registo - recebendo os elogios pelo evento. E anotamos a presença de alguns visitantes ilustres, que apesar de não serem coleccionadores natos, conhecem o Tex via pai ou via curiosidade. Foram eles: O Felizardo Toscano (ex-coleccionador), activista no Orkut; o Raoni Lucena; o Luis Dantas; o João Paulo Sette e esposa, amantes de mangá e anime (que me convidou para o próximo RPG & Cultura) e Lucia Chaves, uma carioca que posou com Tex e ainda anotou: "Tivemos um namoro relâmpago".
As duas turmas agendadas não compareceram e tive um dia tranquilo para exercitar a leitura - Ken Parker, Zagor, Maria (de Henrique Magalhães), Xaxado.
 
Alguém chegou a dizer que sou muito parecido com o Tex depois de fantasiado. Já fiquei pensando em fazer um filme...!
 
Realizei uma alteração no lay-out colocando o "formidável" num local mais apresentável e próximo das revistas, para facilitar na hora de pegar uma revista para fazer as fotos.
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Na 3ª Expo-Tex, foram realizados 05 sorteios com os texianos que visitaram a Expo-Tex entre o dia 27 e 30 - sorteio ocorrido no dia 30.
 
1º sorteio - 01 calendário Tex 2008;
2º sorteio - 01 calendário Tex 2008;
3º sorteio - Filme do Tex - italiano (dvd)
4º sorteio - Ken Parker autografado pelo escritor G. Berardi
5º sorteio - Tex Júnior (1955) em tiras (um tesouro)
Vencedores:
1º. prémio: Gilson Galvão
2º. prémio: Adauto Ferreira
3º. prémio: Joneci Ferreira
4º. prémio: Lindolfo Grilo
5º. prémio: Pedro Arnóbio
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29/11/2007 
Logo após a abertura recebi a visita do texiano Joneci, de Santa Rita, cidade que faz parte da área metropolitana da capital e ele nem imaginava que seria o feliz vencedor sorteado com o filme italiano, original, do Tex. Infelizmente, não pudemos tirar uma foto dele, pois o equipamento fotográfico ainda não estava instalado.
E na sequência, surgiu o segundo sortudo, o Sr. Lindolfo, velho coleccionador aqui da capital, acompanhado da esposa Maria Carla, que pareceu admirar e apoiar o hobby do marido. Ele ganhou o Ken Parker autografado.
 
Pouco depois chegaram o Nelson Meireles e o João Sena (Dão), vindo de Cuité de Mamanguape - PB, distante uns 60 km de João Pessoa. O Nelson viu o anúncio via panfleto colocado dentro de uma revista, numa das grandes bancas da cidade. Levaram algumas revistas postas à venda (números abaixo de 20) e saíram prometendo novos contactos e quem sabe uma Expo na sua aldeia.
 
Quando retornei do almoço, encontrei o Sgt. Pereira e um amigo, o João Pereira, visitando a exposição. Ele trouxe algumas revistas antigas do Tex e acabamos vendendo todas. Ele faz o patrulhamento na região central da cidade, especificamente no Parque Solon de Lucena, o mais belo cartão postal da cidade.
 
Aconteceu à tarde a realização de um dos 3 grandes objectivos do evento, a motivação da leitura entre as crianças e adolescentes de escolas convidadas.
A Escola Municipal Monsenhor João Coutinho enviou 25 alunos, que ouviram atentamente a palestra. Não sorteamos revistas entre os alunos, como na versão anterior, preferimos doar as revistas para a biblioteca da escola, atingindo um número maior de crianças. Além disso, prometemos uma cópia do filme do Tex, para a escola, a título de divulgação do personagem.
Entre outras perguntas dos alunos, uma chamava a atenção: "Esse homem na revistinha é o senhor?" Eles viam-me vestido igual ao Tex e pensavam assim, apesar de lhes dizer que não... etc.
 
Acto contínuo chegaram os 17 alunos mirins da Escola Estadual de Ensino Fundamental Padre João Felix, do bairro do Varadouro, vizinho/parte do Centro Histórico.
Estes fizeram mais confusão entre mim e o Tex, por serem menores, mas tudo foi explicado, pois eles também se vestem de Super-Heróis - chegamos a um acordo.
Para estas crianças, a linguagem dos adultos é complicada e começo mostrando a foto de quando tinha 10 anos e comecei a coleccionar o Tex.
Para a escola doamos uma pilha de revistas de personagens da S.B.E. e também prometemos uma cópia do filme para a biblioteca. Além disso, arrancamos das professoras a promessa de uma redacção sobre o passeio e a visita à exposição.
 
E chegamos ao ponto alto do dia, com a prometida e anunciada presença do pard Kayo Furtado, nosso conviva de Fórum, que chegou meio tímido, acompanhado do papai Kilson e do primo Jefferson.
Foi um grande prazer conhecer o jovem talento texiano; parecia que a gente já se conhecia desde criança, pois a amizade tem um grande avalista, o nosso Tex.
Conversamos sobre a exposição, mostrei-lhes as revistas mais importantes, meio na correria, pois é sempre um ambiente de entra e sai de pessoas tomando a atenção.
O Kilson é Secretário de Cultura na cidade de Solânea e demonstrou o desejo de realizar uma Expo-Tex no próximo ano. Prometi a presença e devido ao entusiasmo de pai e filho, devemos esperar por boas novas.
Concomitante chegou o pard Sergio Gomes, que participou atento das conversas e fez diversas perguntas, contou da sua militância com Tex e posou para uma foto.
 
E ao apagar das luzes, o parceiro e editor Henrique Magalhães, da Editora Marca da Fantasia, professor de desenho, criador da personagem Maria, que saía nas tiras diárias dos jornais paraibanos, um militante e incentivador das revistas em quadradinhos, que já publicou várias revistas de autores nacionais, inclusive do Edgar Vasques, do Rio G. Sul (Rango, Top! Top!, O Analista de Bagé); Antonio Cedraz, baiano, autor de A Turma do Xaxado; e nosso conhecido Jean Okada, com a revista Kario.
E assim encerramos mais um dia de Expo-Tex. Ainda travei contacto com a actriz Ana Luisa Camino e trocamos ideias sobre o hobby de coleccionar revistas, de perseverar, de realmente gostar de algo que nos apraz ainda que o mundo pareça correr em outra direcção.
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30/11/2007 
Quando acordei o sol já ia alto e após um café frugal, peguei a minha montaria e cavalguei até ao Gabinete Cultural em boa velocidade, para não chegar atrasado. Sempre cumpro direitinho os meus horários, excepto quando acontece alguma emboscada pela trilha.
Cheguei primeiro do que D. Fátima, a gentil senhora que toma conta do Gabinete no tocante a arrumação e limpeza - é uma leitora voraz de faroeste e leu várias revistas nos 3 dias e ainda assistiu ao filme.
Sendo o último dia, imaginei que as maiores emoções aconteceriam à tarde.
 
De facto, naquela manhã, apenas seis visitas. Uma muito esperada, a do Oficial de Cavalaria do Exército, o agora aposentado Cel. Pedro Arnóbio, leitor assíduo do Tex e tudo de faroeste. Conhecemo-nos há dois anos, quando eu distribuía panfletos nas revistas na banca, ocasião da 1ª. Expo-Tex. Travamos uma boa conversa na qual ele falou de algumas sugestões feitas à Mythos, inclusive referente às nomenclaturas e distinções de patrulha, pelotão, esquadrão e regimento. E o distinto texiano viria a ser sorteado à tarde com o prémio mais cobiçado, a Revista Júnior, que publicava as aventuras de Tex sob a alcunha de Texas Kid.
Depois apenas alguns turistas de passagem, que entraram e saíram, olharam, não se identificaram.
 
Quando o sol estava a pino, chegou o Adauto Ferreira, velho amigo texiano. Durante uma hora travamos a nossa conversa em torno do passado, presente e futuro do nosso herói e dos eventos levados a cabo por fãs.
Falamos do livro de minha autoria que é promessa para 2008, falamos do Civitelli e seu Tex 60 anos, falamos do Portal TEXBR, falamos de tudo! E ele, mais tarde, foi o sorteado com um calendário 2008 estrelado pelo nosso Tex.
Posso dizer que acampei junto a uma pedra que formava uma sombra ao longo da trilha e fiz uma alimentação rápida, preparando-me para a última etapa da grande viagem que é realizar uma exposição.
 
Pouco mais tarde, vi sinais da poeira levantada no fundo do vale e percebi que se tratava de um grupo grande vindo na minha direcção. Fiquei atento e logo me acalmei ao reconhecer os jovens guerreiros enviados pela Escola Bem-Me-Quer, que apanharam o trem na Torre e vieram até o Varadouro. Os 17 guerreiros eram liderados por duas instrutoras e aprendiam a caçar e a se desenvolver para a vida.
Tivemos uma conversa muito animada onde contei alguns 'causos' para exemplificar a importância da leitura e de cultuar a cultura, ao tempo que falei do Tex na minha vida, desde os tempos em que tinha as suas idades.
A escola recebeu 15 revistas para a biblioteca e todos saíram animados e ansiosos em fazer a leitura das revistas.
 
E como vos afirmei, as maiores emoções, os grandes acontecimentos e as surpresas estavam fadadas a acontecerem no fim, como em toda boa história.
Foi como se todos combinassem. Não haviam combinado. Foi como se todos se conhecessem. Não se conheciam.
De repente chegou o Luiz Artur, a esposa e duas filhinhas, a seguir entrou o Frederico Vale e logo após o Ornan e a esposa. Quando eu iniciava a conversa com eles, eis o Gilson, o Gilsinho e a Terezinha adentrando o saloon, e no átimo seguinte o pard Kayo chegou mais uma vez. E não parou por aí, vieram o Bruno trazendo o seu pai Luiz Gonzaga e ainda o garoto Orcílio. Todos texianos. E a festa se completou com a chegada do Dinaldo.
 
Conversei com todos ao mesmo tempo, apresentando a todos entre si, realizando de verdade um dos objectivos do evento. Mostrei-lhes as revistas importadas, falamos do passado, presente e futuro do Tex, do livro que vem por aí em 2008 junto com os 60 anos do personagem. Parecia que não havia mais nada no mundo que importasse naquele momento. E fizemos uma foto muito especial com os presentes.
Então, chegou a hora dos sorteios e aproveitei que as filhas do Artur estavam bem animadas e convidei-lhes para me ajudar. Antes, mostrei os nomes de todos os concorrentes, para que todos sentissem a firmeza texiana de ser. E iniciamos a brincadeira.
 
Porém, Manitu havia decidido que os contemplados seriam os ausentes e o Gilson, que acabara de sair foi o primeiro escolhido pela sorte. Um a um, com a ajuda das garotinhas, sorteamos os big prémios e nada da sorte bafejar nenhum dos presentes, uma pena. Ainda pensei em arranjar um prémio de consolação, mas para não fugir do esquema, visto que apenas um ganharia, achei melhor esquecer.
Também não foi assim tão ruim, pois todos levaram um cartaz A4 e um marcador-de-página, ou marcador-de-texto para casa e os contactos para se conseguir revistas importadas e revistas nacionais diversas.
 
Quando a noite parecia prestes a abocanhar o dia, eis que surgiram dois pards já conhecidos de outros carnavais. Zezinho, que na 2a. Expo-Tex me presenteou com o poster do Tex, vindo no Tex 78 e Bartolomeu (Zé da Revista), que há anos faz a festa da criançada vendendo revistas e livros na Duque de Caxias, no coração da capital.
Depois de colocarmos a conversa em dia e fazermos umas fotos, fomos molhar a garganta com uma água-de-fogo muito boa. Juntos com o Dinaldo, conversamos bastante, sempre falando do Tex e seus parceiros nas centenas de aventuras.
Quem passou por lá foi Alex Madureira, guitarrista, velho fã do Ranger, que hoje lê esporadicamente e seu amigo Flávio Vallenio, matando saudades.
E como tudo que é bom dura pouco, o que é muito bom passa rapidamente. Junto com Zezinho, Zé da Revista e Dinaldo, passamos a encaixotar as revistas. A ajuda dos pards foi providencial, pois fizemos um trabalho rápido e preciso. Confesso que estava muito cansado fisicamente, mas a mente continuava ágil.
 
O balanço final é super positivo. Estou convicto que foi um belo e importante evento para os texianos e para o Tex. Os objectivos foram atingidos: a divulgação foi perfeita e alcançou o efeito desejado; o incentivo à leitura foi o item menos proveitoso, pois algumas escolas desistiram de enviar os alunos e não avisaram o porquê; a interacção texiana foi um factor amplamente positivo, primeiro por trazer alguns antigos texianos, mas, principalmente por revelar os novos. E tomara que estes estejam bem presentes nos eventos e manifestações que se seguirão no ano que Tex completa 60 anos de actividades.
 
Um grande abraço a todos, muito obrigado e que a paz de Deus e a mensagem texiana continue a nos manter unidos, firmes e fortes.
Um brinde a todos!

Segue-se o vídeo do evento...

alt : http://www.youtube.com/v/MgM-1an3E4s&rel=1
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17 de Fevereiro de 2008

2ª. Expo-Tex de João Pessoa - Brasil

O blogue do Tex publica hoje o relatório da II Expo-Tex de João Pessoa, da autoria de G. G. Carson, ilustrado por excelentes fotos e um fantástico vídeo (com uma imagem de alta qualidade), realizado aquando desse evento ocorrido no Brasil. Evento que aconteceu entre 21 e 25 de Novembro de 2006, no Gabinete Cultural dessa linda cidade brasileira, numa organização conjunta de G. G. Carsan e Gilson Galvão.

Por G. G. Carsan


Título: 2ª. Expo-Tex de Jampa

Local: Gabinete Cultural
Data: 21 a 25 de Novembro de 2006.
Horário: das 14 às 20 horas
Organizadores: G. G. Carsan e Gilson Galvão

Oferecimento: ao Dorival Lopes (Mythos) e Sergio Bonelli (SBE), a todos os texianos da Terra.

Objectivos: Divulgação do Personagem; Mostrar que revista de banda desenhada é cultura; Motivar outras exposições; Conhecer novos texianos; Fazer novas amizades.

Apoio: Gabinete Cultural, ICA, Bessa Vivo, Gerafoto, Câmera Shop, ACBJ-PB, TexBr, Mythos e SBE.

Agradecimentos: Fuba (espaço), Fátima Farias (divulgação), David (cinegrafista), Clóvis Júnior (tela e transporte do Precioso), Mauro Kyotoko (datashow), Linda e Edilma (fotografias), Kaká e Geruza (mesas e cadeiras).

A exposição do personagem Tex, ocorrida de 21 a 25 de Novembro de 2006, no Gabinete Cultural, uma criação do Vereador Fuba, músico e compositor, situado no Centro Histórico de João Pessoa, foi coroada de êxito. A realização foi dos texianos G. G. Carsan e G. G. Souza.

Essa exposição, oferecemos ao Sr. Sergio Bonelli, que tanto fez e faz pelo Tex. Pode parecer pouco para muita gente que não sabe da sua vida carregando a editora, criando personagens e desenvolvendo roteiros. Na verdade, somente nos últimos 10 anos que vim a saber que o Sergio Bonelli existia e agia de verdade. A gente sabia que o G. L. Bonelli tinha um filho, mas não participava, não chegavam as notícias. Havia o temor de que o ocaso do criador representasse o fim do Tex. Acreditamos que para a maioria dos leitores, ele ainda é uma incógnita. Não dava para suspeitar que Guido Nolitta era o Sergio Bonelli.
Sr. Bonelli, o nosso eterno agradecimento.

A proposta principal da exposição do Tex é divulgar o personagem e servir de modelo para que outros fãs promovam eventos para engrandecer o nosso herói. Mas existem outros objectivos correlatos e que foram amplamente trabalhados durante os cinco dias do evento.

A parte de divulgação aconteceu de forma maciça, durante vários dias. Conseguimos espaço nos quatro principais jornais da cidade/estado (Correio da Paraíba, Jornal da Paraíba, O Norte, A União), com matérias bem apelativas. Através do orkut (comunidades do Tex) e de e-mail (pessoal e de grupos), muita gente foi avisada e convidada. Tivemos a divulgação em diversos sites, como o Portal Texbr, o Universo HQ, o WSCOM, O Norte Online. Foram confeccionados cartazes e distribuídos em pontos estratégicos da cidade, como no Espaço Cultural e na UFPB, colocados panfletos dentro das revistas novas, nas principais bancas. E ainda tivemos visitantes que ouviram a informação nas ondas do Rádio CBN. Além disso, foram gravadas duas matérias para a TV (Cabo Branco – Globo) e (Tambaú – SBT).

A apresentação do personagem foi realizada de forma constante, chamando a atenção para a mensagem que ele transmite: justiça, ética, amizade, carácter, solidariedade, persistência, inteligência, etc..., e para a importância do personagem que conseguiu sobreviver ao fim do faroeste no cinema e continua nas bancas, perto de fazer 60 anos, comparando com outros personagens como o Super-Homem, o Fantasma, o Tarzan, e tantos outros que não se sustentaram por tanto tempo, de forma ininterrupta, ou desapareceram.

A arte de coleccionar, de resgatar o passado através das revistas foi outra preocupação durante as palestras aos visitantes. O acto de registar os momentos, como na foto do expositor feita em 1975, vestido como Tex. Cuidamos de chamar a atenção para a persistência, para o zelo com as coisas que gostamos, para a coragem de mostrar para as pessoas o que fazemos e o que nos dá prazer. E insistimos que BD não é coisa de criança, que BD não é coisa de vagabundo. Creditamos às leituras do Tex muitos conhecimentos pedagógicos que adquirimos ao longo do tempo e continuamos adquirindo, além das qualidades de cidadão. Afirmamos que BD é cultura e lançamos paralelos com as culturas dos países desenvolvidos, onde é levada a sério, estudada e divulgada.

As amizades que se abrem para aqueles que não tem vergonha de dizer que coleccionam BD, pois não é errado, não é proibido, mas certamente é prazeroso, é divertido e ao mesmo tempo passa muitos ensinamentos que serão usados durante toda nossa vida. Exemplificamos a aquisição de tantas revistas estrangeiras, em vários idiomas, conseguidas através de amizades, doadas ou na base de troca, com pessoas que conhecemos através da Internet. Logicamente, chamamos a atenção para se cercar de alguns cuidados, como investigar a idoneidade, principalmente agir com a indicação de amigos que já detêm conhecimento com o individuo do outro lado.

Adentramos no campo económico, mostrando que o mercado de BD's gera renda, pois temos o envolvimento de Empresas e de muita gente trabalhando para que as revistas cheguem nas mãos dos leitores. Esta renda segue para os mercados, lojas e afins, representando mais uma forma de trabalho honesto para muitos cidadãos.

As visitas ocorreram de modo cordial e respeitoso, com a resposta a todas as perguntas da forma mais clara possível, principalmente para aqueles visitantes que já abandonaram o Tex há muito tempo e ficaram surpresos com a notícia de uma exposição, perguntando se ainda é publicado. Tiramos as dúvidas sobre editoras, sobre o personagem. Alguns pais que levaram os filhos queriam saber o porquê de tantas colecções, etc. Procuramos a cordialidade, anotamos e-mails e/ou telefones, oferecemos ajuda para a aquisição de revistas para completar as colecções, divulgamos os sites, disponibilizamos o filme para cópia (num segundo momento) e fizemos fotografias de quem permitiu.

A voz do povo é a voz de Deus, diz o ditado. E se assim é, Deus adorou a exposição. Ouvimos elogios do início ao fim. Até o pessoal do Gabinete Cultural, acostumado com exposições permanentemente, ficaram entusiasmados com o poder do personagem em atrair tanta gente, de todas as idades. Em verdade, tivemos visitantes de 5 a 68 anos.

Agora é hora de contar o que aconteceu de verdade durante a exposição e farei o relato por partes, para que seja melhor entendido por todos que acessarem este texto.

Dia 21 – Abertura

A exposição foi montada (quadros e pósters e revistas especiais na vitrina) na tarde do dia 20. Caderno de assinaturas providenciado de última hora pelo Gilson. As revistas número 1 de cada colecção ficaram juntas na parte direita da vitrina, bem como os álbuns franceses do Tex desenhados pelo Joe Kubert. Os álbuns italianos e livros sobre Tex, o Tex português e alguns objectos ficaram na vitrina da esquerda – vide fotos.

A manhã da terça-feira, 21, entrou para a história, pois os quatro maiores jornais do Estado da Paraíba divulgaram matérias sobre a exposição do Tex que teria início naquela tarde, falando do Ranger mais temido do Oeste. O “Jornal da Paraíba” esgotou nas primeiras horas do dia e foi difícil encontrar um exemplar nas bancas da cidade.

Às 14 horas, colocamos as revistas sobre as mesas, assim, de outro jeito, muda para lá, melhor assim, até que Gilson teve uma boa ideia (eram colocadas e retiradas todos os dias) e durante a arrumação, já surgiu o primeiro visitante, que faço questão de registrar, o Sr. Vagner Viaro, descendente de italianos, que colecciona há bastante tempo, parou, quer recomeçar.

A tarde correu tranquila e um pouco nervosa da nossa parte. Tivemos mais um visitante lá pelas 16 horas. Chegou então (17h) o homem do datashow (Mauro Kyotoko) e fizemos um teste. Vimos que o threiler do duelo do El Muerto estava com problemas, mas os outros passaram no teste. Aí tudo começou a acontecer. Chegaram os convidados, um a um, dois a dois, fui mostrando algumas coisas, aqui e ali. A TV Tambaú, que deveria filmar às 15 horas não apareceu e às 18 horas, liga-me o jornalista e crítico de cinema Renato Felix, da TV Cabo Branco (que escreveu um excelente texto que veiculou no Jornal da Paraíba, sem copiar do release), perguntando se poderia fazer a matéria lá pelas 19 ou 20 horas. Falei que sim, que mandasse o pessoal da reportagem.

Vesti-me com uma camisa amarela, uma calça jeans, calcei botas, pus um lenço preto, mandei o chapéu para a cabeça e por fim coloquei o item essencial do cowboy, a cartucheira com a arma (conseguida pelo Gilson, com o campeão brasileiro de tiro ao alvo).

Caramba! Quando surgi, o cinegrafista (David) estava a postos, a fotógrafa (Linda) estava ali jogando flash no meu rosto. Bateram palmas! Foi emocionante, foi de enervar o mais frio dos pistoleiros. Mas não me detive, tinha uma missão a cumprir e estava seguro do que tinha que fazer: ser rápido no gatilho.

Tomei conta do palco, falando sobre o Tex e sobre a minha paixão pelo personagem, desde os tempos de criança, das histórias que escrevi, das colaborações com o Portal TexBr e com o UHQ, os pósters que faço e estavam nas paredes e enfatizei as amizades que tenho feito ao longo dos últimos anos, enfatizando que “considero todo texiano uma boa pessoa”. Mostrei as fotos, objectos, os álbuns importados, a importância de algumas peças, disse tudo que servia para engrandecer o nosso grande amigo.

Depois passei a palavra para o Vereador Fuba, idealiza do local, que falou da importância de personagens como Tex para a cultura e confessou-se um leitor ocasional e que na juventude, havia coleccionado alguns personagens, mas parou quando a grana escasseou. (risos da plateia). “(Acredito que foi quando a veia artística - a música - falou mais alto)”.

A seguir, apresentamos no datashow o threiler do filme Tex e o Senhor do Abismo, criação magistral do nosso amigo texiano Rodrigo Bratz, que gentilmente autorizou a exibição e na sequência, todos viram uma apresentação sobre o Tex, realizada por mim, contando a vida do herói, contendo duas músicas do personagem como plano de fundo. Ali vimos quem é Tex, seus pards, seus amigos, algumas mulheres, os inimigos, as capas das colecções brasileiras, alguns dados, algumas imagens. BANG! BANG! BANG!

Estavam presentes professores universitários, alunos, alguns artistas - entre eles Clóvis Júnior, ícone da arte Naif, com exposições em 15 países e várias capitais brasileiras, que desenhou uma tela do Tex, especialmente para a exposição e fez uma doação para o meu acervo -, funcionários públicos da área cultural, advogados, jornalistas Edilma Mota e Fátima Farias, que muito ajudaram na divulgação, etc. Ressalto a presença do renomado professor de desenho Henrique Magalhães, famoso pelo país afora, que no livro de assinaturas ressaltou: “Que maravilha a exposição! É um encantamento!”. Recebemos um convite para expor na Bienal do Desenho do Espaço Cultural e devido a falta de tempo na minha agenda profissional, disponibilizarei o póster O Precioso, para o evento e ainda encontrarei tempo para proferir uma palestra sobre o Tex.

Aí chegou a reportagem da TV Cabo Branco chefiada pela Rejane Medeiros, fizeram as tomadas, as perguntas, as entrevistas (comigo e algumas pessoas presentes).

Para fechar, servimos um coquetel para os convidados, regado a whisky para os cowboys e amarula (licor) para as damas, com salgadinhos de camarão empanado e coxinhas.

Ao mesmo tempo, recebemos as congratulações dos amigos, fizemos fotografias dos participantes e respondemos às perguntas que surgiam sobre as edições estrangeiras e sobre algumas questões texianas.

As revistas foram recolhidas às 22 horas, apagamos a fogueira e pudemos descansar.

Dia 22 – Visita da Escola Índio Piragibe

Às 14 horas, junto com a abertura, quando ainda arrumava as revistas, chegaram quase 30 alunos da Escola Índio Piragibe (personagem famoso da História), um irmão distante do grande Chefe Apache Cochise.

Acomodaram-se nas cadeiras e entrei vestido de cowboy e quando eles notaram a semelhança com o Tex, passaram a me chamar “Seu Tex”.

Durante cerca de 40 minutos falei sobre o grande herói das BD's mundiais, citando a influência texiana na minha vida e no meu modo de ser, contando sua história editorial e o factor positivo de sua longevidade, a importância de coleccionar revistas para a fabricação de um rico vocabulário, e como era uma turma de adolescentes avançados, fiz referências ao aprendizado que deve ser exercitado e não servir apenas de teoria para questionamentos alheios. Ao final, respondi a perguntas de alguns alunos, interessados em saber pormenores como onde encontrar as revistas, se dá para ter a colecção completa, etc.

Seleccionei 15 revistas e fizemos um sorteio. Doei mais algumas para a biblioteca da escola e pedi para os ganhadores lerem e emprestarem para os colegas. Um aluno resolveu pedir um autógrafo e tive que assinar para todos, com uma dedicatória: “Com carinho, do texiano G. G Carsan, Nov./2006”.

Fizemos algumas fotos e nos despedimos, quando prometi mandar-lhes as fotos e arranquei da professora a promessa de pedir uma redacção contando como foi o passeio.

Ato contínuo, chegou a reportagem da TV Tambaú, com a repórter Silvia Torres e procedemos a filmagem. Em tempo, preciso relatar que o pard Gilson fez de tudo para não aparecer, mas ainda providenciarei uma roupa de cowboy para ele usar no próximo evento.

Depois, devido compromissos pessoais, ausentei-me do local, ficando tudo a cargo do pard Gilson Galvão, também GG, que recebeu alguns visitantes, inclusive uma família inteira. Voltei só a tempo de recolher as revistas e apagar a fogueira.

Dia 23 - Apresentações

Para movimentar a exposição, levei o meu computador para o Gabinete, deixando a minha loja totalmente desguarnecida (sem computador e sem máquina digital) e passamos a tarde mostrando os três vídeos para quem apareceu por lá. Desta feita, foi possível assistir ao famosíssimo duelo entre Tex e El Muerto no threiler do Bratz, o threiler do filme e a apresentação de abertura.

Estava vestido de vaqueiro nesse dia, para não forçar tanto a barra e porque não havia grupo de visitantes agendados. Portanto pude relaxar um pouco, mas o pessoal estranhou a minha chegada.

O texiano Raimundo de Freitas, o mais vivido de todos os texianos que nos visitaram, de fato uma alegria muito grande, chegou pensando em comprar revistas para completar a colecção normal, faltando apenas oito números, a maior parte, recente, quando ele esteve viajando. Ficou meio decepcionado quando lhe disse que era somente exposição. Prometi-lhe todo tipo de ajuda possível para completar a colecção e logo que resolver alguns problemas, cavalgarei para o seu rancho e ajudá-lo-ei. Ele é um desses que não usa o computador para se divertir, mesmo assim anotou o endereço do portal.

Outro que pintou por lá e merece destaque foi o Ranieri Barbosa, de Campina Grande – PB, pois disse que ouviu pelas ondas da rádio CBN, durante uma viagem para a capital e não teve dúvidas em visitar a exposição.

O texiano Zezinho, que sabe tudo, que consegue ligar aventura – fato – número, lá de Guarabira - PB (mas agora morando em Jampa), foi conferir a exposição e levou o filho Tiago, a quem tenta tornar texiano, mas ainda não conseguiu. Só saiu de lá quando mandei sinais de fumaça dizendo que era hora de apagar a fogueira. Foi uma conversa agradável, pois ele é muito entusiasmado com o nosso Tex, ou melhor, contagiante. A certa altura, perguntou se eu tinha o póster que saiu no Tex 78. Eu disse que o meu havia extraviado e ele correu no carro e trouxe o póster de presente para mim. Fiquei muito contente com mais este póster para o meu acervo.

Nosso obrigado aos visitantes, como Valmir e Natanoildo e respectivas famílias, jornalista Nido Lobo, e outros que não quiseram fotografar, mas assinaram o livro.

Dia 24 – Escola Bem-Me-Quer

Ah quantas emoções ficaram armazenadas para este dia!

Quando o Big Ben marcou 14:15 h, entrou o texiano Genildo, vestindo uma camisa com um Tex estampado, desenho que ele disse feito por um aluno, sim, ele é professor, poeta, escritor e texiano, não necessariamente nessa ordem, muito provavelmente na ordem inversa; oriundo da distante Tabira – PE, cerca de 500 km, o que se diga de passagem “é bem ali” para um texiano acostumado a ver Tex ir de Galup a San Francisco sem pestanejar.

Fizéramos um contacto rápido no orkut, na comunidade “Tex Willer, o Ranger” e ele afirmara que viria. Então antes de conhece-lo, só vendo para crer. Mas o cara tem palavra, igual a Tex. Chegou, viu, gostou e ficou. Sim, ficou até o fim do dia, fotografou à vontade, perguntou tudo que quis, olhou as revistas, perguntou de novo, namorou cada coisa que lhe chamou a atenção.

O pard Genildo Santana presenteou-nos com livros de poesia e filosofia, de sua autoria, demonstrando muita sensibilidade e amizade, pelo que recebeu fotos, cópia do cartaz (gigante), marca-texto personalizado do Tex e um convite para voltar a João Pessoa e se hospedar no meu rancho.

Eu aproveitei para apresentá-lo aos visitantes que foram chegando, enfatizando o seu feito, digno de um mastim como Tex. Com isso valorizava o ‘ser texiano’ e as pessoas se admiravam de alguém cavalgar mais de 300 milhas para ver uma exposição de BD.

Às 15 horas, chegaram os 19 alunos da Escola Bem-Me-Quer, crianças recém-saídas da Alfabetização, com cerca de 10 anos, cada. Para eles também fiz uma entrada a la Tex e fui aplaudido. A palestra foi mais amena, devido a idade, mas falei durante meia-hora. Com a ajuda do Gilson, fizemos um sorteio e todos levaram revistas para casa. A cada sorteio, eles faziam um coro de gritos muito animado. Fizemos fotos com a turma, inclusive as professoras para marcar a visita e ficamos todos animados de vislumbrar novos texianos em gestação.

Mas era mesmo uma tarde especial, pois antes e depois da visita dos alunos, recebemos visitas de garotos já texianos. Primeiro o Victor, de não mais de 12 anos e depois o Igor, de uns 15 ou 16, levados pelos pais, senhores muito simpáticos e inteligentes por incentivarem os filhos no hábito da leitura. Os rapazes ficaram encantados com todas aquelas relíquias e após apresentar-lhes tudo, tive o cuidado de dizer que tivessem calma, pois levei mais de 30 anos para conseguir o meu acervo, mas conseguira a grande maioria nos últimos 5 anos, portanto, era uma questão de ‘querer’ com ‘oportunidade’. Então citei as colecções mais recentes, que seria um bom começo, ou a aquisição de uma colecção completa, que de vez em quando é colocada à venda na net. Nestes casos, solicitei um contacto pós-evento, para passar endereço de vendedores conhecidos e confiáveis na Internet.

E continuamos recebendo visitas até às 20 horas e mais uma que marcou foi a do Sabiniano, texiano que chegou com a esposa Giogia e depois da apresentação da exposição e fotos, tomamos algumas cervejas, batendo aquele papo legal, mais descontraído. Ele ainda ligou para um amigo vir se juntar ao grupo. É mais um que pretende adquirir dezenas de revistas para completar a colecção.

Estendi o horário até as 20:30, pois o pessoal estava animado com um conjunto tocando ‘chorinho’ diante do Gabinete, e consegui alguns visitantes dessa turma. A amiga Ednamei fez a festa, transformando-se numa cowgirl e fazendo algumas performances muito doidas para fechar este dia de grandes emoções.

Dia 25 – Última Chance

A razão de estender a exposição até o sábado, foi a tentativa de receber aqueles visitantes que trabalham e não tem como comparecer no local durante os dias úteis, pois o sábado é bem parado na região e só vai quem tem negócio. Fica meio deserto.

Na primeira hora chegou um amigo pessoal, que disse ter lido Tex e tudo que aparecia pela frente há muitos anos.

E adivinhem quem chegou novamente... o Genildo, que prometera retornar se tudo desse certo. Voltou e ficou connosco até o encerramento.

E a melhor cena do dia, quando chegaram os Mendes, pais e filhos, estes de 5 e 8 anos, aproximadamente, trazendo as últimas revistas Tex e Tex Coleção. Pediram muitas informações, principalmente os pais, para saberem situar os filhos, cujo nome é Saulo para ambos.

Difícil mensurar a minha alegria e satisfação ao contar algumas historinhas para eles, mostrar a minha foto aos 10 anos e dizer-lhes que eles estão começando antes e podem fazer melhor. Mostrar-lhes as edições especiais, passar-lhes o endereço do Tex na Internet e sentir que seria a primeira coisa a fazer ao chegarem em casa. Coloquei chapéu no Saulo maior e fizemos as fotografias.

E para finalizar, chegou o José Bartolomeu, que desde 1972 trabalha com venda de revistas, seja como funcionário de banca ou com vendas de revistas de forma livre no meio da rua, mais recentemente. Disse-me que vai arrumar um local fixo, com a nova administração municipal. Eu já comprei algumas revistas com ele, para repor aquelas que estavam em péssimo estado, pois quando as comprei estavam debilitadas. Ficou encantado, igual criança com as edições texianas da Mondadori italiana e da ERKO francesa.

A nível interno, eu, o Gilson e o Genildo conversamos muito sobre o Tex, trocamos muitas ideias e o nosso caro poeta saiu com a ideia fixa de montar uma exposição na sua cidade. Por motivos familiares, o Gilson, em todos os dias, saiu às 18:30 horas.

E chegou a hora de desmontar a expo-tex. Com rapidez texiana, coloquei tudo nas caixas, na ordem, para facilitar na hora de reagrupar na biblio-tex.

Pouco depois tomamos um drink no saloon que há no local para comemorar o sucesso, a despedida e cavalgamos juntos, eu e Genildo, até a bifurcação Bessa – Tabira, que nos levava cada um a sua aldeia.

A 2ª. Expo-Tex em Números

Colecções completas de Tex. (Tex, Tex Coleção, Tex Ed. Histórica, Tex Almanaque, Tex Colorido, Tex Gigante, Tex Ouro, Tex e os Aventureiros, Clássicos do Tex, Tex de Férias, Minisséries, Almanaque do Faroeste)
01 Tex Gigante Capa Dura – O Ídolo de Cristal
01 Tex Gigante 40 Anos – Tex O Grande – Ed. Globo
01 Tex Mondadori Gigante
03 Tex Oscar Mondadori
01 Poster Precioso 1,56 x 1,05 m
01 Poster Niver 35 anos 80 x 60 cm
01 Poster Tex 71 60 x 40 cm
01 Poster Tex e Pards fotografados por O’Sullivan – 40 x 60 cm
03 Quadros Capas 25 x 38 cm
02 Quadros de GG Garoto 15 x 21 cm
02 Quadros Explicativos Tex e GG = 30 x 40 cm
01 Tela do Tex – Arte Naif – 25 x 30 cm
35 Revistas novas e usadas para doar.
01 Indumentária do Tex
01 Cartucheira
01 Revólver
01 Cigarro Palheiros de Piracanjuba
02 Chaveiros do Tex
01 Boneco do Tex (biscuit)
01 Mousepad
01 Puzzle
01 Caneta do Tex
01 Boné do Tex
01 Camisa do Tex
01 Livreto 400 capas
01 História escrita por GG
01 Livro Tutto di Tex
01 Livro Fumetti, o Melhor dos Quadrinhos Italianos
01 Livro Tex 50 anos no Brasil
01 Livro sobre G. L. Bonelli
01 Livro Non son degno di Tex
01 Livro Tex
01 Livro In Viaggio con Tex
01 Livro sobre Armas
01 Livro sobre o Grand Canyon
02 Livros Histórias do Faroeste
01 Livro Le Frontiere di Carta
02 Maxi Tex
01 Tex Rodeo
01 Tex Mustang
01 Tex Turquia
01 Tex Nuova Ristampa
01 Tex Almanacco del West 2002
02 Tutto Tex
18 Tex Italiano
04 Tex Francês – Joe Kubert
01 Tex Speciale
02 Chapéus
02 Álbuns de fotos 10x15
01 Calendário do Tex 2006 – G. G. Carsan
01 Calendário do Tex 2005 - Mythos
04 Páginas sequenciais ampliadas 20x30 cm de aventura
01 DVD Filme do Tex
01 Tex Colorido – Portugal
01 Tex Clássico de Republica Color Serie Ouro
01 Tex Clássico de Republica – P/B
01 Livro de visitas
02 CDs de músicas de western
04 Jornais com matérias sobre a exposição
25 Revistas de outros personagens (Blueberry, Lucky Luck, Fantasma, Akim, Jonah Hex, Velta, Asterix, Historias do Faroeste, Epopeia Tri)
20 Revistas de Personagens Bonelli (Mágico Vento, Mister No, Zagor, Nick Raider, Dilan Dog, Lazarus Ledd, Dampyr, Júlia, Martin Mystère)
20 Marca-Texto do Tex para distribuir.

Foram colhidas 125 assinaturas.
Realizadas 150 fotografias.
Apresentado 02 vídeos com datashow
Abertura da exposição gravada em DVD
Realizada duas matérias para a TV
Apresentado 03 vídeos com Computador

Balanço Final

A 2ª. Expo-Tex de Jampa ocorreu da forma planejada, sem nenhuma discrepância organizacional e nenhum problema.
Os visitantes elogiaram sem reservas o trabalho e o personagem, que fez ou faz parte da vida de todos que por lá passaram.
Sucesso de crítica.
Felizmente, existe um movimento crescente de valorização da cultura em nossa capital. Isso tem acarretado a proliferação de eventos variados em diversas casas especializadas em exposições, shows e seminários. João Pessoa está fervendo de bons eventos. Que bons augúrios continuem soprando do Atlântico sobre a nossa linda capital.
E como já disse em outras ocasiões, no Brasil, os jornais não divulgam as BD's, mas quando se cria um evento, mostrando uma estrutura respeitável, ocorre a divulgação maciça. Portanto, quem tiver condições, pode e deve programar, que a mídia apoiará. Só não podemos esquecer de fazer tudo com a devida antecipação.

Os agradecimentos foram feitos, mas queremos estender a todos que directamente ou indirectamente, participaram do evento, o nosso mais profundo Obrigado.

João Pessoa, 28 de Novembro de 2006.

G. G. Carsan / Gilson Galvão
(Para aproveitar a extensão completa das fotografias acima, clique nas mesmas)

Segue-se o vídeo do evento:

alt : http://www.youtube.com/v/S4SZ0CZBAZE&rel=1
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03 de Fevereiro de 2008

Fabio Civitelli fala da história comemorativa dos 60 anos de Tex Willer

Fabio Civitelli, o desenhador de Tex que esteve presente o ano transacto no XVI Salão Internacional de Moura, Portugal e que foi encarregue pela Sergio Bonelli Editore, após uma ideia sua, de desenhar o álbum celebrativo do sexagésimo aniversário de Tex Willer, que ocorrerá em Setembro deste ano, concedeu uma entrevista a uma estação televisiva italiana a propósito dessa mesma história, entrevista onde entre outras curiosidades se poderá ver o autor a desenhar algumas pranchas dessa já mítica história, assim como mostrar a primeira página da edição com um grande primeiro plano dos pards.

A história trará um pedaço da juventude do Ranger que, ao acampar com os pards ao lado de uma velha missão em ruínas, contará um período da sua vida passado ao lado de Lilyth, antes do nascimento de Kit Willer, ou seja é uma história narrada em flashback e ambientada pouco depois da conclusão de "O Pacto de Sangue" e tem Lilyth como co-protagonista num certo sentido, mas é melhor ouvir isso e muito mais da boca do próprio Civitelli:

alt : http://www.youtube.com/v/fNa6ZFZ5Vwo&rel=1
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21 de Janeiro de 2008

Convívio Texiano (e Zagoriano) na Bairrada no dia 1 de Maio de 2007

O blogue do Tex divulga um excelente vídeo (com uma imagem de alta qualidade) realizado no dia 1 de Maio de 2007, por Challenge PT (Jampstudios), relativo ao convívio de um grupo de coleccionadores de Tex e de Zagor, de Portugal e da Itália que se reuniram na Bairrada (Portugal) para confraternizar e conversar sobre os heróis Bonellianos!

alt : http://www.youtube.com/v/5IYchSuZdRQ&rel=1


Aconteceu no dia 1 de Maio de 2007, na cidade de Mealhada, centro de Portugal, o primeiro Encontro Texiano Portugal-Itália. A região, conhecida como Bairrada, é famosa por seu leitão assado e fica bem próximo de Anadia, o QG de Tex em Portugal, e lar do grande coleccionador e incentivador de Águia da Noite, José Carlos Francisco.

Compareceram ao encontro entusiasmados fãs do ranger mais famoso do mundo, vindos de diversas partes de Portugal e da Itália. A tertúlia começou em um restaurante típico de leitões e continuou na residência de Hernâni Portovedo, outro texiano de quatro costados, com uma das maiores colecções de Tex em Portugal.

O objectivo do encontro, organizado por José Carlos, era aproximar ainda mais os texianos que só se conheciam através da Internet.

Representando Portugal tivemos: José Carlos, Mário Marques, Hernâni Portovedo, Carlos Fernando Santos, Orlando Santos Silva, Carlos Moreira, Álvaro Machado, João Miguel Lameiras, Jorge Almeida e Américo Almeida, acompanhados das esposas e filhos.
Pela Itália compareceram: Ivano Carzaniga, Marco Andrea Corbetta, Sergio Carpinelli, Gianni Petino e Luiza Petino.

Cada um dos presentes recebeu um diploma de participação no evento, que com certeza no futuro terá grande valor sentimental, servindo para relembrar a todos os maravilhosos momentos que compartilharam, tudo graças à paixão incontida que Tex desperta em todos que o conhecem e aprendem a amá-lo.


(Texto de Dorival Vitor Lopes, publicado na edição brasileira de Tex Willer, número 452, editada em Junho de 2007 pela Mythos Editora)

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05 de Janeiro de 2008

Gian Luigi Bonelli fala do seu Tex Willer

São raras as entrevistas concedidas por Gian Luigi Bonelli (nascido em Milão, a 22 de Dezembro de 1908 e falecido em Alexandria, a 12 de Janeiro de 2001), autor italiano da 9ª arte, criador da personagem Tex Willer e por isso mesmo, conhecido como "O Pai de Tex", ainda mais para a televisão, por isso o blogue do Tex reproduz um trecho de uma entrevista realizada em 1988, com este mui amado patriarca dos fumetti italianos, onde se pode ficar a conhecer de viva voz, um pouco mais do mito, inclusive Gian Luigi Bonelli aborda o porquê da escassa presença de mulheres ao lado de Tex na saga do Ranger, ou como lidava politicamente com Tex... 


alt : http://www.youtube.com/v/Z_FtQ89-qZw&rel=1
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