Entrevista com o fã e coleccionador: Jesus Nabor Barbosa Ferreira
Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Jesus Nabor: Bem, meu nome é Jesus Nabor Barbosa Ferreira nasci em Uruguaiana, fronteira do Brasil com Argentina e Uruguai, em 20 de Julho de 1966! Meu pai, típico brasileiro, minha mãe, neta de italianos. Desde muito cedo que tenho contacto com revistas em quadradinhos, tanto do lado do meu pai quanto da minha mãe (esta, apaixonada pelos personagens Disney, não deixava faltar Tio Patinhas, Zé Carioca, Mickey, Pato Donald). Em casa sempre havia alguns amigos do pai fazendo trocas de gibis ( nessa época era muito comun as trocas entre os amigos, assim lia-se muito sem gastar muito...). O meu pai não coleccionava nada em especial, mas lia todo tipo de revistas de aventuras, terror, western e super-heróis! Foi assim que bem cedo tomei contacto com os grandes da banda desenhada mundial - Tarzan, Fantasma, Mandrake, Flash Gordon,Batman, Superman...
Outra paixão do meu pai e que se tornou minha também foi o cinema. Como filho mais velho, acompanhava sempre os meu pai às matinés onde invariavelmente víamos um filme de aventuras e um western. E depois, no regresso a casa, sempre passávamos numa banca para comprar alguma revista... ou era um Tarzan ou uma revista de cowboys ou de terror!
Eu gostaria de dizer aos amigos que a primeira revista que li foi um Tex, mas não seria verdade, pois a primeira revista que eu me dei conta de saber estar lendo, foi um Tio Patinhas, creio que deveria ter uns 7 ou 8 anos.
Os quadradinhos acompanharam-me durante todo o resto da minha vida, escolar e privada! A minha terceira paixão surgiu aos 12 anos, na sexta série do ensino fundamental: o basquetebol! Apaixoneime por este desporto,o qual ainda pratico, com menos eficiência,claro (he, he, he...).
Do meio para o fim dos anos 80, deixei por um tempo a banda desenhada de lado e dediquei-me ao trabalho e estudo. Terminei o ensino médio e começei a cursar a faculdade de Ciências Contábeis, ao mesmo tempo comecei a trabalhar num escritório de contabilidade.
Ao cabo de uns 2 anos, saturei-me da rotina monótona do escritório e com a ajuda da minha futura esposa montei uma banca de revistas! Corria o ano de 1988. Nascia o que viria a se tornar a Zona Franca Comics!Sempre com o apoio da minha esposa comecei um longo trajecto, primeiro como banca de jornais e revistas, depois como banca de revistas usadas de colecção e por fim, montei a loja Zona Franca Comics. Ao começar a trabalhar com revistas antigas, retomei as minhas colecções, que anos antes por um motivo ou outro, fui obrigado a vender e uma das que logo fiz questão de completar foi a de Tex. O facto de estar a trabalhar no meio, permitiu-me atingir este objetivo em pouco tempo. No início do ano de 2003, mudei-me para uma cidade maior chamada Santa Maria, no coração do estado do Rio Grande do Sul.
Ali pude ampliar o leque de produtos da Zona Franca Comics e aumentar sensivelmente a minha área de actuação. Já por essa época, transitava há algum tempo no meio de outros amigos coleccionadores de fumetti e Tex em especial. Sempre pensando em promover a nossa paixão, organizei em Santa Maria, dois eventos de coleccionadores: um em 2004 e outro em 2006. Ambos com muita publicidade para o Ranger e farta confraternização entre os participantes. Graças ao Tex surgiu a oportunidade de entrevistar dois dos maiores desenhadores argentinos de todos os tempos, Repetto e Seixas. Para mim, como fã, foi um momento único!
Em todos estes anos, apesar de ler outros personagens, tanto de western como de outros géneros, Tex manteve-se invicto na preferência, pois cada vez que leio aquelas aventuras, pareço voltar a uma época mais feliz, mais inocente, mais verdadeira. Isto talvez seja o grande apelo do Tex!
Quando é que teve início esta paixão pela Banda Desenhada, em especial pelo Tex?
Jesus Nabor: Não saberia precisar exactamente quando começou a minha paixão pela BD, pois desde muito cedo que me lembro que sempre havia "gibis " na minha casa. O meu pai era fã de revistas de terror, guerra, faroeste e a minha mãe comprava-nos os quadradinhos da Disney. Antes mesmo de aprender a ler, eu já me encantava com Tarzan, Zorro (Lone Ranger), Superman, Batman, Superboy, Tio Patinhas, Mickey, Bolinha, Luluzinha, Cavaleiro Negro, Fantasma, Mandrake, etc.
Tex veio logo depois; o meu pai trazia para casa vários exemplares. Um dos primeiros que lembro é O Temível Coiote Negro! Outra aventura que sempre me cativou foi A Batalha dos Vingadores - na época da sua publicação, eu tinha apenas 8 anos e lembro-me ainda hoje que fiquei impressionado com o ritmo frenético e selvagem dessa história. O Tex não era uma leitura corriqueira em casa, mas lembro que a partir do número 48 (O Desfiladeiro da Morte) ele se tornou uma constante. E o primeiro Tex que eu mesmo comprei, foi o clássico nº 50, "Flechas Pretas Assassinas". A partir daí, como se diz, é história...
Porquê o Tex e não outra personagem?
Jesus Nabor: Um amigo meu, também fã de Tex, sempre dizia sem medo e sem pudor: "Eu sou o Tex!". Perguntado eu, o que ele queria dizer com isso, ele respondia que ser o Tex significava ser correcto, honesto, sincero, valente, destemido, íntegro!... Então penso que quando escolhemos o Tex, na verdade estamos querendo ser também como ele: Um personagem que não tem dúvidas de quem ele é! Ele sabe o que é certo e o que é errado! Isto é o que atrai, pois todos queremos ser o mocinho e não o bandido!
O que Tex representa para si?
Jesus Nabor: Um ideal, muito difícil de ser seguido e quase impossível de ser alcançado. A essência de um tempo mais simples, onde tudo se resumia em bem e mal, certo e errado - como deveria ser, aliás!
Qual o total de revistas de Tex que tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Jesus Nabor: Não sei dizer. Tenho praticamente tudo o que saiu no Brasil, desde que inédito - explico: não colecciono republicações que nada acrescentem ao que já existe - mas reedições com reportagens, com materiais especiais, essas sim, interessam-me. Quanto à mais importante, talvez, o primeiro álbum italiano a cores e em formato gigante da Mondadori - por ser o primeiro e por ser do Ticci.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem?
Jesus Nabor: Colecciono praticamente tudo que diga respeito ao personagem e ao seu universo, daí coleccionar livros, o filme, bonecos, pósters, etc., sejam objectos licenciados ou não.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Jesus Nabor: Flechas Pretas Assassinas! Ainda considero esta a melhor história de Tex de todos os tempos e como não poderia deixar de ser, considero os seus autores como sendo os maiores expoentes no universo do Ranger: desenhador: Ticci. Argumentista: G.L. Bonelli. Aqui abro um parênteses: Galep para mim não é melhor desenhador que Ticci apenas por um gosto pessoal, porém a sua importância para a criação do mundo do personagem, eleva-o acima de todos os outros que o sucederam, porque Galep está em outro patamar...
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Jesus Nabor: A simplicidade das histórias, como todo bom bang-bang. O que me desagrada: a falta de ousadia dos novos autores!
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que ele é?
Jesus Nabor: Porque ele se mantém fiel aos seus ideais. Você pode contar com o Tex, você sabe que onde houver alguma injustiça sendo cometida, ele vai estar lá. Num mundo tão cheio de nuances, onde o que predomina é o cinza, é preciso alguém que diga que o certo é certo, que honra, amizade e coragem são valores pelos quais vale a pena lutar. Esse alguém é o Tex!
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Jesus Nabor: Acredito que Tex viverá ainda muitos anos. Talvez em breve alguma pequena mudança no status quo do personagem seja necessária para captar ou ate mesmo manter interessado um público mais jovem, mas com certeza, é um personagem que tem ainda muito fôlego para continuar vivo por muitos e muitos anos, pois a sua essência ainda é válida: Coragem, Honra ,Bravura e Amizade são ideais imortais!
Prezado pard Jesus Nabor, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Jesus Nabor: Bem, meu nome é Jesus Nabor Barbosa Ferreira nasci em Uruguaiana, fronteira do Brasil com Argentina e Uruguai, em 20 de Julho de 1966! Meu pai, típico brasileiro, minha mãe, neta de italianos. Desde muito cedo que tenho contacto com revistas em quadradinhos, tanto do lado do meu pai quanto da minha mãe (esta, apaixonada pelos personagens Disney, não deixava faltar Tio Patinhas, Zé Carioca, Mickey, Pato Donald). Em casa sempre havia alguns amigos do pai fazendo trocas de gibis ( nessa época era muito comun as trocas entre os amigos, assim lia-se muito sem gastar muito...). O meu pai não coleccionava nada em especial, mas lia todo tipo de revistas de aventuras, terror, western e super-heróis! Foi assim que bem cedo tomei contacto com os grandes da banda desenhada mundial - Tarzan, Fantasma, Mandrake, Flash Gordon,Batman, Superman...
Outra paixão do meu pai e que se tornou minha também foi o cinema. Como filho mais velho, acompanhava sempre os meu pai às matinés onde invariavelmente víamos um filme de aventuras e um western. E depois, no regresso a casa, sempre passávamos numa banca para comprar alguma revista... ou era um Tarzan ou uma revista de cowboys ou de terror!Eu gostaria de dizer aos amigos que a primeira revista que li foi um Tex, mas não seria verdade, pois a primeira revista que eu me dei conta de saber estar lendo, foi um Tio Patinhas, creio que deveria ter uns 7 ou 8 anos.
Os quadradinhos acompanharam-me durante todo o resto da minha vida, escolar e privada! A minha terceira paixão surgiu aos 12 anos, na sexta série do ensino fundamental: o basquetebol! Apaixoneime por este desporto,o qual ainda pratico, com menos eficiência,claro (he, he, he...).
Do meio para o fim dos anos 80, deixei por um tempo a banda desenhada de lado e dediquei-me ao trabalho e estudo. Terminei o ensino médio e começei a cursar a faculdade de Ciências Contábeis, ao mesmo tempo comecei a trabalhar num escritório de contabilidade.
Ao cabo de uns 2 anos, saturei-me da rotina monótona do escritório e com a ajuda da minha futura esposa montei uma banca de revistas! Corria o ano de 1988. Nascia o que viria a se tornar a Zona Franca Comics!Sempre com o apoio da minha esposa comecei um longo trajecto, primeiro como banca de jornais e revistas, depois como banca de revistas usadas de colecção e por fim, montei a loja Zona Franca Comics. Ao começar a trabalhar com revistas antigas, retomei as minhas colecções, que anos antes por um motivo ou outro, fui obrigado a vender e uma das que logo fiz questão de completar foi a de Tex. O facto de estar a trabalhar no meio, permitiu-me atingir este objetivo em pouco tempo. No início do ano de 2003, mudei-me para uma cidade maior chamada Santa Maria, no coração do estado do Rio Grande do Sul.
Ali pude ampliar o leque de produtos da Zona Franca Comics e aumentar sensivelmente a minha área de actuação. Já por essa época, transitava há algum tempo no meio de outros amigos coleccionadores de fumetti e Tex em especial. Sempre pensando em promover a nossa paixão, organizei em Santa Maria, dois eventos de coleccionadores: um em 2004 e outro em 2006. Ambos com muita publicidade para o Ranger e farta confraternização entre os participantes. Graças ao Tex surgiu a oportunidade de entrevistar dois dos maiores desenhadores argentinos de todos os tempos, Repetto e Seixas. Para mim, como fã, foi um momento único!Em todos estes anos, apesar de ler outros personagens, tanto de western como de outros géneros, Tex manteve-se invicto na preferência, pois cada vez que leio aquelas aventuras, pareço voltar a uma época mais feliz, mais inocente, mais verdadeira. Isto talvez seja o grande apelo do Tex!
Quando é que teve início esta paixão pela Banda Desenhada, em especial pelo Tex?
Jesus Nabor: Não saberia precisar exactamente quando começou a minha paixão pela BD, pois desde muito cedo que me lembro que sempre havia "gibis " na minha casa. O meu pai era fã de revistas de terror, guerra, faroeste e a minha mãe comprava-nos os quadradinhos da Disney. Antes mesmo de aprender a ler, eu já me encantava com Tarzan, Zorro (Lone Ranger), Superman, Batman, Superboy, Tio Patinhas, Mickey, Bolinha, Luluzinha, Cavaleiro Negro, Fantasma, Mandrake, etc.Tex veio logo depois; o meu pai trazia para casa vários exemplares. Um dos primeiros que lembro é O Temível Coiote Negro! Outra aventura que sempre me cativou foi A Batalha dos Vingadores - na época da sua publicação, eu tinha apenas 8 anos e lembro-me ainda hoje que fiquei impressionado com o ritmo frenético e selvagem dessa história. O Tex não era uma leitura corriqueira em casa, mas lembro que a partir do número 48 (O Desfiladeiro da Morte) ele se tornou uma constante. E o primeiro Tex que eu mesmo comprei, foi o clássico nº 50, "Flechas Pretas Assassinas". A partir daí, como se diz, é história...
Porquê o Tex e não outra personagem? Jesus Nabor: Um amigo meu, também fã de Tex, sempre dizia sem medo e sem pudor: "Eu sou o Tex!". Perguntado eu, o que ele queria dizer com isso, ele respondia que ser o Tex significava ser correcto, honesto, sincero, valente, destemido, íntegro!... Então penso que quando escolhemos o Tex, na verdade estamos querendo ser também como ele: Um personagem que não tem dúvidas de quem ele é! Ele sabe o que é certo e o que é errado! Isto é o que atrai, pois todos queremos ser o mocinho e não o bandido!
O que Tex representa para si?
Jesus Nabor: Um ideal, muito difícil de ser seguido e quase impossível de ser alcançado. A essência de um tempo mais simples, onde tudo se resumia em bem e mal, certo e errado - como deveria ser, aliás!
Qual o total de revistas de Tex que tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?Jesus Nabor: Não sei dizer. Tenho praticamente tudo o que saiu no Brasil, desde que inédito - explico: não colecciono republicações que nada acrescentem ao que já existe - mas reedições com reportagens, com materiais especiais, essas sim, interessam-me. Quanto à mais importante, talvez, o primeiro álbum italiano a cores e em formato gigante da Mondadori - por ser o primeiro e por ser do Ticci.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem?Jesus Nabor: Colecciono praticamente tudo que diga respeito ao personagem e ao seu universo, daí coleccionar livros, o filme, bonecos, pósters, etc., sejam objectos licenciados ou não.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Jesus Nabor: Flechas Pretas Assassinas! Ainda considero esta a melhor história de Tex de todos os tempos e como não poderia deixar de ser, considero os seus autores como sendo os maiores expoentes no universo do Ranger: desenhador: Ticci. Argumentista: G.L. Bonelli. Aqui abro um parênteses: Galep para mim não é melhor desenhador que Ticci apenas por um gosto pessoal, porém a sua importância para a criação do mundo do personagem, eleva-o acima de todos os outros que o sucederam, porque Galep está em outro patamar...
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?Jesus Nabor: A simplicidade das histórias, como todo bom bang-bang. O que me desagrada: a falta de ousadia dos novos autores!
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que ele é?
Jesus Nabor: Porque ele se mantém fiel aos seus ideais. Você pode contar com o Tex, você sabe que onde houver alguma injustiça sendo cometida, ele vai estar lá. Num mundo tão cheio de nuances, onde o que predomina é o cinza, é preciso alguém que diga que o certo é certo, que honra, amizade e coragem são valores pelos quais vale a pena lutar. Esse alguém é o Tex!
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?Jesus Nabor: Acredito que Tex viverá ainda muitos anos. Talvez em breve alguma pequena mudança no status quo do personagem seja necessária para captar ou ate mesmo manter interessado um público mais jovem, mas com certeza, é um personagem que tem ainda muito fôlego para continuar vivo por muitos e muitos anos, pois a sua essência ainda é válida: Coragem, Honra ,Bravura e Amizade são ideais imortais!
Prezado pard Jesus Nabor, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Bela entrevista, bela história de vida meu caro Amigo. Continue assim sempre, sendo TEX, pois é o que todos nós aficcinados pelo Ranger o somos, não é verdade?
Longa vida a vc e ao Ranger, Jesus!
Sílvio o Introvabili (Comentar)
agradeço ao grande pard e amigo Zéca pela oportunidade !
um grande abraço e longa vida a todos nós !
jesus ferreira (Comentar)
Para o pard Jesus tiro o chapéu. Minhas congratulações pela entrevista e principalmente pelo trabalho desenvolvido em prol do nosso herói.
G. G. Carsan (Comentar)
um forte abraço , amigo.
jesus (Comentar)
Ary Canabarro
(Comentar)
Os meus parabéns também pelas excelentes e oportunas entrevistas realizadas com dois ícones da BD como Repetto e Seijas, autênticos marcos na história de Tex!
Bem haja, Nabor, pelo seu grande exemplo!
Jorge Magalhães
(Comentar)
só posso agradecer suas palavras gentis e dizer que é sempre um grande prazer e privilégio poder colaborar com o blog e incentivar mais e mais a divulgação da BD e o Tex em especial.
Um grande abraço !
jesus ferreira (Comentar)
Só tenho de te parabenizar pelo Grande cara que vc é, por ter sido o meu TEX WILLER como irmão-pai e pelas tuas merecidas conquistas (e por ter me mostrado o apaixonante universo das HQs)
Continue assim, meu irmão, divulgando motivando e incentivando cada vez mais esse fascinante mundo de cultura e entretenimento. Te admiro muito,
Um abraço forte,
Jorge Ferreira (Comentar)
O que seria da banca sem ti ? O que teriamos feito se não houvesse junto á nós este cara maravilhoso , esta pessoa integra , sincera ,cândida , ingênua,atrapalhado ás vezes (" olha, não esqueçe a chave -hehehehehe ") Amigo com "a" maisculo...
Passamos por muitos momentos ,não é meu irmão ?e foram eles que nos tornaram quem somos hoje. Podemos agora olhar para traz com uma sensação de dever cumprido, de tarefa superada.
obrigado por tuas palavras , mano , também só tenho de agradecer por tudo que fizestes ,pelo teu jeito de ser e por ter mantido vivo áquele jorge do nosso passado !
um abraço bem forte ,do tamanho do Rio Grande !
jesus ferreira (Comentar)
Gostei muito de ler e saber um pouco sobre Gibis.
Depois de muitos anos fora desse mercado voltei a colecionar,e, gostaria de saber se V. Sª tem algum Gibi
disponivel p troca ou venda como: Ai Mocinho, Tarzan, Zorro, Reis do Faroeste, Nevada, O Heroi.
Ficarei agradecido por responder. Meu e-mail
wanderpfo@yahoo.com.br
Sou de Minas Gerais.
Sds.
Um abraço.
Wander (Comentar)