30 de Maio de 2008

Entrevista exclusiva: PAULO GUANAES (tradutor de Tex)

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Sílvio Raimundo na formulação das perguntas.

Para começar, fale-nos um pouco das suas origens, desde o nascimento até à sua formação profissional...
Paulo Guanaes: Nasci em 19 de Março de 1953, no bairro Estácio, no Rio de Janeiro. Hoje, a rua em que morei neste bairro não existe mais. Cedeu  lugar ao metropolitano. Fiz o Curso Primário na Escola Pública José Pedro Varela. Naquela época, o Rio ainda era a capital do Brasil e o ensino público era de boa qualidade, tanto que o professor tinha um status importante na sociedade de então. Aliás, dentre outras coisas que vou morrer sem conseguir entender, uma é o tratamento indigno que todos os governos que conheci, desde os militares da ditadura até os ditos “democráticos” actuais, dispensaram aos professores. Fiz o Curso Ginásio e o Curso Científico no Colégio Pedro II, um óptimo colégio federal. Quando terminei o Colégio Pedro II, em 1970, aos 17 anos, fui trabalhar como revisor literário (assim eram chamados os revisores de texto) na editora Vecchi. Quatro anos depois, Tex entrou na minha vida para nunca mais sair. Fiz Direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); cursei italiano no Istituto di Cultura Italiana; formação de tradutores inglês-português na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ); MBA em Marketing na Fundação Getulio Vargas.

Como se interessou pela Banda Desenhada e quando é que isso aconteceu?
Paulo Guanaes: Eu me interessei lendo Capitão Marvel, Super-Homem e Batman, o meu preferido. Isso aconteceu aos oito anos de idade, suponho. Também gostava de Bolinha e Luluzinha.

Quais as suas personagens favoritas e o que contém a sua, ou suas colecções de Banda Desenhada? E já agora, colecciona também revistas de outros países em virtude de ser um poliglota?
Paulo Guanaes: Meu personagem favorito é o Bat... não! É Ken Par... não, o que estou dizendo? É o Tex! Na verdade, adoro esses três. As minhas colecções são todas de revistas Bonelli. São tantas revistas que as encaminhei para a biblioteca da escola de um amigo meu. Não colecciono revistas de outros países.

De que forma se tornou tradutor? Foi aptidão ou consequência?
Paulo Guanaes: Acho que foram as duas coisas. Embora tenha me preparado para fazer vestibular de Engenharia, sempre tive muita facilidade no aprendizado de línguas estrangeiras. As circunstâncias da vida acabaram me proporcionando uma oportunidade de traduzir o italiano para o português. Eu era revisor de texto de traduções de fotonovelas italianas, na Editora Vecchi. Um dia pedi para traduzir uma, sem nunca ter estudado italiano. Tinha apenas a experiência de revisar textos traduzidos desse idioma para o português. O Editor, que certamente gostava de mim, aprovou e me permitiu trabalhar como tradutor free lance. Foi assim que comecei.

Como se deu o seu primeiro contacto com uma revista italiana do Tex? Você já dominava a língua nessa época?
Paulo Guanaes: Vi Tex nascer dentro da Editora Vecchi, em 1974. Meu primeiro contacto foi como revisor do texto traduzido e do letreiramento dos balões de Tex, este feito por Waldemar Valim, um excelente desenhador de letras que até hoje faz as tiras do jornal O Globo.

Há quantos anos é tradutor de Tex e como é que se deu o início dessa “relação”?
Paulo Guanaes: Traduzo o Tex há 30 anos. Mereço até um especial, não?
Quem me deu a oportunidade de começar a traduzir o Tex foi o Otacílio d’Assunção Barros, editor da versão brasileira da revista Mad e um activo participante do boom das histórias em quadradinhos no Brasil em meados da década de 1970. Não posso dizer que dominava, mas eu lia muito texto italiano nessa época, por força do meu trabalho como revisor, e estudava por conta própria a língua, além de consultar infinita e febrilmente o dicionário do Carlo Parlagrecco, tanto na Vecchi quanto em casa nas traduções como free lance. Depois, fiz o curso de italiano no Istituto Italiano di Cultura, no Consulado italiano do Rio de Janeiro.

Sempre foi o tradutor de Tex, ou teve alguma vez que fazer uma pausa nesse trabalho?
Paulo Guanaes: Houve uma pausa quando trabalhei como Subeditor da Divisão Infanto-Juvenil da Editora Globo, em 1987-1988.  Tex ficou em boas mãos: Tizziana Giorgini, uma querida amiga, filha de imigrantes italianos e formada em Letras, traduziu o nosso herói nesse período.

Pode nos falar do seu método de tradução? E em média quanto tempo gasta para traduzir uma edição de 110 páginas?
Paulo Guanaes: Seria muito fácil deitar regras aqui, mas, na verdade, meu método sempre foi muito intuitivo. Na leitura do texto em italiano, logo percebi o talento de Gianluigi Bonelli. Apesar de ser por demais descritivo, suas histórias sempre foram ricas tanto no argumento quanto na composição de personagens. São duas coisas essenciais. Ele sabia criar uma trama como poucos. Isso, no fundo, é o que prendia o leitor. Então, sempre procurei fazer uma tradução muito aproximada do texto original, o que, para muitos, é um pecadilho, mas, no caso do Tex de Bonelli, eu acho uma obrigação, porque Bonelli revestia Tex de uma aura não encontrada nos demais heróis do western. Então, pensava eu com meus botões, por que querer ser mais realista que o rei?
O Tex actual tem menos texto; as reedições que a Mythos deu continuidade são mais trabalhosas.

Você é uma das principais vozes de Tex no Brasil. Em sua opinião qual a importância dessa missão? E o que é que significa para si ser o tradutor de Tex Willer no Brasil?
Paulo Guanaes: Nunca me dei conta disso. Agradeço pela vossa afirmação. Eu apenas procuro fazer as traduções usando todo o património cultural que acumulei em 38 anos de trabalho na área editorial. Tento também me esmerar na produção do texto, pois sei que ele pode auxiliar muita gente a pegar o gosto pela leitura e ter mais cuidado ao escrever. Essa é uma bela missão e um grande significado no meu acto de traduzir.

Para um fã, ler o seu herói preferido é sempre um prazer, mas para um tradutor, por se tratar de um trabalho, a rotina não cansa?
Paulo Guanaes: Não, porque também sou um fã.

Argumentistas e desenhadores sempre colocam algo de si nos personagens, é possível a um tradutor fazer o mesmo?
Paulo Guanaes: Sim, desde que não descaracterize o perfil do personagem.

Quando traduz um “fumetto” de Tex, faz uma tradução literal ou uma versão, adaptando aquilo que o Ranger diz à nossa forma de falar?
Paulo Guanaes: É preciso encontrar o correspondente na língua de chegada (o português), sem cair na facilidade da tradução literal. Sou contra adaptar totalmente à nossa forma de falar. Há que se respeitar as diferenças de épocas.

Paulo Guanaes, se depender apenas de si, por quanto tempo ainda pretende traduzir as aventuras do Tex?
Paulo Guanaes: Por todo o tempo em que ele for publicado.

Quais foram a melhor, e a mais fraca história do Tex que você já traduziu?
Paulo Guanaes: Gosto de todas do Mefisto. Não me lembro da mais fraca.

Em sua opinião, qual o desenhador que melhor dá vida ao Ranger? E argumentista?
Paulo Guanaes: Fabio Civitelli e Gianluigi Bonelli.

O facto de Tex ser desenhado por vários autores (de estilos bem diferentes) é, na sua opinião, mais ou menos vantajoso para a série? E porquê
?
Paulo Guanaes: Não sei como aferir se é mais ou menos vantajoso. Há aí uma evidente questão de limitação humana. Só sei que os desenhadores são muito bem escolhidos.

Com a facilidade e rapidez de comunicação que a Internet nos proporciona, é comum leitores de todo o globo terem acesso a edições estrangeiras do Ranger. Com isso você hoje é conhecido não só no Brasil, mas também em Portugal, Espanha, Itália e além. Como você convive com isso?
Paulo Guanaes: Só me dei conta disso há pouco tempo, quando fui convidado pelo Portal TEXBR para dar uma entrevista e, em seguida, por vocês. Eu sinto-me lisonjeado em saber que meu trabalho é conhecido nesses países.

Sua família tem noção de o quanto você é conhecido e admirado? Como convivem com esse factor?
Paulo Guanaes: Creio que não têm noção. Aliás, nem eu mesmo tenho noção disso. Será mesmo que é assim?.

Comente aspectos positivos e negativos do seu trabalho com Tex...
Paulo Guanaes: De positivo: a possibilidade de me manter em constante contacto com a língua italiana; o exercício da escrita de minha língua, o português; a manutenção da chama do prazer lúdico que só as histórias em quadradinhos carregam. De negativo: vários momentos em família se perderam ao longo desse tempo de actividade tradutória....

Para além de Tex, quantas e quais as personagens da Sergio Bonelli Editore que traduz ou já traduziu?
Paulo Guanaes: Já traduzi Ken Parker, Zagor, Martin Mystère, Nick Raider, Nathan Never, Mister No, Dylan Dog e Júlia.

Existe alguma personagem com a qual você não se identificou ao traduzi-la?
Paulo Guanaes: Não. Embora não tenham perguntado, aquele com o qual mais me identifiquei: Ken Parker, do qual tive a honra de ser o primeiro tradutor no Brasil (toda a série da Vecchi).

Tex passou por vários editoras no Brasil; para a maioria dos leitores nenhuma outra deu um tratamento tão especial à personagem quanto a Mythos. Em sua opinião, a que devemos atribuir esse facto?
Paulo Guanaes: Atribuo esse facto à competência de meus contemporâneos Dorival Vitor Lopes e Helcio Carvalho.

Dando continuidade ao seu trabalho, que já vinha de outras editoras, como se processou a sua entrada na Mythos? E profissionalmente você é um membro do staff da Mythos, ou um prestador de serviços?
Paulo Guanaes: Foi uma continuidade do trabalho que eu já fazia para o estúdio de Dorival, que editava Tex para a editora Globo. Sou um prestador de serviços.

No universo editorial de Tex no Brasil, além de tradutor, o que mais você já foi?
Paulo Guanaes: Fui revisor dos textos traduzidos e do letreiramento dos balões, na editora Vecchi, e subeditor de Tex na editora Globo.

Tex está para fazer 60 anos de existência, enquanto tradutor dele no Brasil como vê essa marca e o que sente?
Paulo Guanaes: Sinto um orgulho imenso por ter contribuído com uma pequena parcela nessa longa jornada.

O Ranger Tex Willer é um viúvo convicto e celibatário, que sozinho criou e formou o carácter do seu único filho. Isso realmente é possível a um homem?
Paulo Guanaes: Acho possível, sim. A natureza humana é capaz de proezas inimagináveis.

Tex tem uma galeria de arqui-inimigos invejáveis, alguns deles, quando menos se espera, dão um ar da sua graça, você tem preferência por algum em especial? E dos Amigos, qual em sua opinião - exceptuando os Pards – é aquele que o Ranger sempre poderá contar?
Paulo Guanaes: Não dá para deixar de mencionar Mefisto como inimigo. Já como amigo, gosto do Pat, o irlandês, que dá a impressão de ser capaz de qualquer coisa pelo Ranger. Há outros óptimos, como o casaca-vermelha Jim Brandon, por exemplo.

Tex Willer, em sua opinião, é apenas uma personagem de história em quadradinhos, ou é mais que isso?
Paulo Guanaes: Tex já se tornou um mito.

Quais são para si, as características imutáveis de Tex, ou seja, a sua essência, algo que não pode ser mudado?
Paulo Guanaes: A virtude de dar a cada um aquilo que merece; a intolerância com a covardia; o tratamento isento que dá aos índios; o destemor. E tem muito mais...

Diferente do tempo em que Tex foi lançado no Brasil pela primeira vez, a garotada de hoje tem mil e uma possibilidades de diversão, que não apenas as histórias de banda desenhada. Nos dias actuais, existe ainda mercado para esta indústria?
Paulo Guanaes: Sim, apesar das inúmeras possibilidades de diversão, as histórias em quadradinhos ainda têm lugar nos dias de hoje porque têm o dom de ser encantadas.

Sabemos que está planeando para breve uma visita à Itália, inclusive para conhecer a Sergio Bonelli Editore. No dia em que conhecer o Sergio Bonelli, o que lhe dirá?
Paulo Guanaes: Sim, vou realizar o sonho de conhecer a Itália em Julho deste ano. Conheci Sergio Bonelli rapidamente na ocasião em que eu editava o Tex na editora Globo, nos idos de 1988. Certamente ele não se lembraria de mim. Se eu o encontrar, direi: “Muito obrigado por Tex existir.”.

Para finalizar, para além de banda desenhada, que tipo de livros lê? E a nível de cinema e de música, quais são as suas preferências?
Paulo Guanaes: Gosto de ler não-ficção. Quanto a cinema, não tenho um género predilecto, mas sim filmes: todos os longas-metragem de Charles Chaplin, “Amarcord”, “Blade Runner, o caçador de andróides”, James Bond, a nova safra de heróis de quadradinhos transformados em filmes... Quanto à música, Beatles é minha principal referência. Gosto de um género musical chamado Chorinho. Gosto da percussão na música.

Caro  Paulo Guanaes, muito obrigado pela entrevista que gentilmente concedeu ao blogue do Tex.

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29 de Maio de 2008

Póster Tex Nuova Ristampa 84



Desenho de Claudio Villa, que nos mostra Pat, Tex e Carson protegidos pelo muro da Fazenda Montales, situada junto ao Rio Bravo, no preciso momento em que Pat entrega a Tex a espingarda carregada, para este poder também responder (tal como o faz Kit Carson) ao fogo dos homens do General Carranza, que assediavam a fazenda para arrancar o couro a Montales, um homem de fibra, que de rebelde em luta contra o corrupto regime mexicano, tornou-se depois governador de um Estado, o de Chihuahua...

Desenho usado no Brasil como capa de Tex Edição Histórica #71 
e inspirado na história, "Il ritorno di Montales" de G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini (Tex italiano #137 a #139).
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Texto de José Carlos Francisco
 
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28 de Maio de 2008

Fanzine A Conquista do Oeste - Maio/Novembro 2001 - Páginas 35, 36 e 37 - Autores de Banda Desenhada: Giancarlo Berardi, Ivo Milazzo, Dan Spiegle, Clarence Edward Mulford e Jose Luis Salinas

AUTORES DE BANDA DESENHADA

GIANCARLO BERARDI

Giancarlo Berardi nasceu em Génova, a 15/7/49. Depois de algumas experiências como autor e actor de Teatro amador, além de cantor, tem os primeiros contactos com a Banda Desenhada, quando andava na Universidade. As suas primeiras colaborações são publicadas nas revistas "Horror" e "Sorry". O seu encontro com Ivo Milazzo em 1971 é a mola impulsionadora do génio do escritor. “Tarzan”, “Gato” e “Diabolik” serão algumas das personagens para as quais criará argumentos, pouco a pouco.

Em 1974, junto com Milazzo, dá vida à personagem "Ken Parker", ainda com uma única aventura. Dois anos depois cria o indiozínho "Tiki" para a revista "Il Giornalino" e escreve o conto "Terra Maledetta", para o desenhador Antonio Canale. Em 1977 é o ano das grandes criações, com a continuação da série "Ken Parker" e "Welcome to Springville", para o desenhador Ivo Milazzo para a primeira série e de novo para este artista e também para Renzo Calegari, para a segunda série. Com Milazzo produz "L'Uomo Delle Filippine", as séries "Marvin il Detective" e "Tom's Bar" e, em 1989 cria a sua Editora Parker.
Entretanto resolve escrever mais guiões para outras histórias dispersas, incluindo "Oklahoma!", para a série "Tex", desenhada por Letteri. Alguns argumentos de "Nick Raider" são também seus. A partir de 1998, escreve os argumentos de "Julia", uma criminologista.

IVO MILAZZO
Natural de Tortona, onde nasceu em 20 de Junho de 1947, desde a infância Milazzo vive e trabalha na cidade de Génova.
Depois de concluir o curso secundário e prestar serviço militar como oficial do exército, no início dos anos 70, durante os seus estudos superiores conhece Giancarlo Berardi, com quem consolida uma profunda amizade e também uma sólida e profícua parceria profissional, a partir de 1971, quando ambos escrevem e desenham algumas aventuras de "Tarzan" para o mercado francês. Em seguida colabora na revistas "Horror", desenha ainda duas histórias de "Diabolik" e outras quatro, com personagens de Walt Disney.
Depois é a vez de "Ken Parker" (1974) e de outras personagens que se seguirão:
"Tiki" (1975), "Welcome to Springville" (1977), além de "Ken Parker" já com revista própria, "Marvin" (1978), um ex-actor do Cinema mudo que passa a ser detective privado, nos anos 30 em Hollywood, "Tom's Bar", "O'Henry", "Nick Raider", etc., e de novo histórias de "Ken Parker", depois da série "Giuli Bai & Co.". Desenha uma história de "Tex" (Sangue no Colorado). Ultimamente tem-se dedicado a desenhar uma nova série chamada "Magico Vento".

DAN SPIEGLE
Dan Spiegle, como outros artistas, tinha 6 anos de idade, quando começou a desenhar, para tentar fugir à rotina dos estudos.
Depois esteve três anos na Marinha, durante a Guerra, onde pintava insígnias nos aviões e desenhava "cartoons" para o jornal da base. Em 1946 é desmobilizado e ingressa então no Instituto de Artes de Los Angeles. Começou a desenhar cavalos e sempre desejou ser um artista ligado ao "western".
Dan Spiegle nasceu a 10 de Dezembro de 1920.
A primeira prancha dominical de "Hopalong Cassidy" seria publicada no dia 30 de Abril de 1950 e a última a l de Janeiro de 1956. Quanto às tiras, começaram mais cedo, em 1949, tendo desaparecido em 1955.
Depois de "Hopalong Cassidy", Spiegle tentou oferecer outra série, "Pen & Chris", que apresentava aventuras de piratas, mas sem sucesso. Volta-se então para os "comic-books" e começa a desenhar "Roy Rogers". Em 1958 é a vez da série "Maverik", adaptado da televisão, que terminaria em 1962, depois de ter alcançado alguma aceitação.

Mais tarde a sua carreira apresenta-se com muitas irregularidades, numa tentativa de sobrevivência. Ocupa-se de tudo o que lhe aparece e, lentamente, um artista de craveira transforma-se numa sombra daquilo que era.
Indicam-se alguns dos seus trabalhos:
"Lawman" (11 revistas de 1958 a 1962) e "Sea Hunt" (13 revistas de 1958 a 1962). Desenha igualmente "Shotgun Siade" e "Johnny Ringo" para a Dell, na revista "Four Colour". A seguir deixa o "western" e dedica-se à ficção-científíca: "Space Family Robinson" (37 revistas de 1962 a 1969) e "Magnus Robot Fighter" (46 revistas de 1963 a 1977).

Quando Russ Manning deixa a Dell em 1967, para desenhar "Tarzan", será Spiegle a ocupar-se de "Korak, Son of Tarzan" (algumas das suas aventuras seriam publicadas em Portugal, através de APR, na revista com o mesmo nome).
Durante esse período, desenhará também numerosas adaptações dos filmes de Walt Disney, para o formato de "comic-book". Em 1981 Spiegle volta ao "western", desenhando a personagem da DC, "Bat Lash", uma série de humor criada em 1968 por Nick Cardy, com textos de Sergio Aragones. É o princípio do fim...

CLARENCE EDWARD MULFORD
Nos primeiros anos deste Século, um jovem escriturário, em Brooklyn, Nova Iorque, resolveu escrever um conjunto de obras sobre o Oeste, que foram publicadas no "Outing Magazine". O jovem escritor chamava-se Clarence Edward Mulford. Essas histórias foram mais tarde recuperadas e publicadas em livro, em 1907. O conhecimento que Mulford tinha do Oeste era nulo. Só depois de 1924 e quando a sua principal personagem já era conhecida como "Hopalong Cassidy", é que visita a região que descrevia nos seus textos. Sem ligar ao contexto histórico, escreveu uma série de histórias onde "Hopalong", um cavaleiro sem igual, que mascava tabaco e matava a torto e a direito, vivia as suas aventuras. A fórmula pegou e venderam-se mais de um milhão dessas histórias.

O "Hopalong Cassidy" de Mulford não tem a mínima semelhança visual com a mesma personagem, interpretada no Cinema e para a televisão pelo actor William Boyd. O primeiro tinha 25 anos e era ruivo. O segundo era um homem de mais idade, elegante e só disparava em último recurso, como mandam as normas. O sucesso literário de Mulford foi, ironicamente eclipsado, pelo êxito da própria personagem, encarnada pelo artista William Boyd. Nas adaptações para o Cinema desapareceram as mortes por vingança, as bebedeiras e as lutas constantes, sendo substituídas pelo estilo muito próprio dos "heróis-vaqueiros" dos filmes dessa época. William Boyd vestia de preto, montava um cavalo branco e portava-se à altura de uma personagem mais sóbria e convincente.

Desiludido com o tratamento que deram à sua personagem, Mulford vendeu todos os direitos de "Hopalong Cassidy" e partiu para a sua Quinta no Maine. Quando o interesse pelos filmes desta personagem se esgotou, a televisão resolveria lançá-lo em 66 episódios, que se tornariam num êxito total, com a consequente venda de vários produtos de Marketing. O sucesso na televisão de "Hopalong Cassidy" não levaria à reedição dos livros de Mulford, mas sim ao lançamento de "comic-books" com as suas aventuras. Mais tarde William Boyd, mais velho, aparecia igualmente a viver as suas aventuras com o seu próprio nome, como se vivesse quer as suas aventuras quer as de "Hopalong Cassidy", Mulford morreu em 1958. Com ele desapareceriam igualmente as histórias da sua personagem.

JOSE LUIS SALINAS
Jose Luis Salinas é considerado, justamente, como um dos grandes mestres da Banda Desenhada argentina em particular, e do mundo em geral. Autodidacta, mas dotado de um grande talento, ele seria influenciado por Harold Foster, na execução dos seus primeiros traços. No entanto, desde o início, ele teria já um estilo muito próprio e de grande impacto visual.
Nascido em 11 de Fevereiro de 1908, em Buenos Aires, irá morrer na mesma cidade, devido a uma crise cardíaca, a 10 de Janeiro de 1985.

Depois de uma breve passagem pela Banda Desenhada, em 1929 resolve, apesar disso, dedicar-se à Publicidade. Mas em 1936 encontramo-lo de novo na Banda Desenhada, ao criar a personagem "Hernan el Corsario" para a revista "Patoruzu". Com este sucesso, vamos reencontrá-lo dois anos depois a adaptar alguns romances da Literatura. Em 1945 dedica-se à BD humorística com "Ellos", ao retomar esta série com o pseudónimo de Joseph Louis. Em 1949 vai aos Estados Unidos da América, para apresentar os seus trabalhos à King Features Syndicate. Será então contratado para desenhar "Cisco Kid" de 1950 a 1968.

De 1968 a 1974 Jose Luis Salinas dedica-se à pintura, ao mesmo tempo que em paralelo e a partir de 8 de Janeiro de 1973, cria a série "Gunner", com textos de Alfredo J. Grassi. Depois de executar oito episódios desta série, abandona-a às mãos de Lucho Olivera, de 5/5/75 a 31/8/81, altura em que a mesma termina. Cego, viria a morrer em 1985. Teve um filho em 1933, chamado Alberto Salinas, que também trabalhou na Banda Desenhada. Recordamos "A Moira, A Escrava de Roma", publicada no "Jornal do Cuto" e mais tarde toda recuperada numa pequena brochura, por Manuel Caldas.

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27 de Maio de 2008

Arte de Gianluca Cestaro



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26 de Maio de 2008

Tex, o Pistoleiro, no periódico online "Imaginário"

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José de Matos-Cruz
· 01 SET 2008 · Edição Kafre · imaginario@imaginarios.org
Ano V · Semanal · Fundado em 2004

Por José de Matos-Cruz [1]



INVENTÁR
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TEX, O PISTOLEIRO


_ Divulgada regularmente entre nós, através dos álbuns brasileiros da Editorial Vecchi, a saga de Tex Willer celebra seis decénios, empolgando milhões de admiradores, sobretudo através de sucessivas gerações de italianos. De facto, o seu lançamento ocorreu em Setembro de 1948, por iniciativa da empresa Audace, sendo autor Gian Luigi Bonelli, e primeiro ilustrador Aurelio Galleppini. Vários artistas lhe deram fiel continuidade, como Fabio Civitelli, Vicenzo Monti e Claudio Villa, além de outros notáveis, entre os quais Guido Buzzelli, Alberto Giolitti, Jesus Blasco ou Fernando Fusco, sendo ainda Claudio Nizzi um destacado argumentista.

Filho de um rancheiro assassinado por bandidos, e iniciado por Bill Gunny, um pistoleiro que se regenerou como cowboy, Tex começa perseguido pelas autoridades, pelo modo como dá caça aos fora-da-lei e, com romântico valor, se converte em Robin Hood das pradarias. Conhecido entre os índios por Águia-da-Noite, e aceite como um deles, Tex é um ranger responsável pela reserva dos Navajos, no Arizona, viúvo de uma nativa, Lilyth, tendo por mais constantes companheiros Kit Carson, o nativo Tigla e o próprio filho, Kit Willer.

Exposto em mil façanhas, envolvido pela paixão de outras mulheres, enfrentando inimigos crónicos mas ardilosos, Tex identificar-se-ia, carismática e primordialmente, com o criador Bonelli - segundo o especialista Decio Canzio, que lhe aponta «alguns dos mais intensos sentimentos da alma humana»: dignidade da vida, conceito de justiça, defesa dos fracos e oprimidos, tenacidade, celebração da amizade e do companheirismo...

Em 1985, e tendo por protagonista Giuliano Gemma, vedeta carismática de outro típico mas bastardo fenómeno transalpino, o western-spaghetti, Ducio Tessari realizou Tex, o Pistoleiro (Tex and the Lord of the Deep) - em que o próprio G.L. Bonelli, também guionista e aparecendo como um velho sábio índio, evoca as origens lendárias do seu paladino. Produzido pela RAI-Channel 3, com a Cinecittà, este filme trepidante mas nostálgico, com implicações mágicas ou místicas, tem ainda como intérpretes William Berger, Carlo Mucari, Isabella Russinova e Flavio Bucci. Reinvestindo pelas virtualidades tradicionais do imaginário, o sortilégio tradicional da aventura transfigura-se, pois, envolvendo um letal tráfico de armas pela fronteira do México, e arrostando, ainda, os desígnios de uma seita maligna, sobre tribos sublevadas.



[1] Nasceu em Mortágua, em 1947. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra (1973). Escreve em jornais e revistas desde os anos ’60. Em ficção e poesia, publicou entre outros livros Tempo Possível (1967), Cafre (1970), Alma de Cadáver (1985), A Erosão dos Lábios (1992), Hexálogo (2000), Os EntreTantos (2003) e O Infante Portugal (2007). Em banda desenhada, fundou e dirigiu várias revistas, coordenando Quadradinhos (1983-2004) n’A Capital. Em 2004, iniciou o Imaginário - periódico com versão newsletter e no formato webzine em www.imaginarios.org. Em cinema, destacam-se as suas monografias sobre Charles Chaplin (1981), Manoel de Oliveira (1996), António de Macedo (2000), Artur Ramos (2003) e as obras-mestras O Cais do Olhar (1980 e 1999), Prontuário do Cinema Português 1896-1989 (1989), O Cinema Português - 1896-1998 (1998)  e 30 Anos Com o Cinema Português (2002). A partir de 1986, colabora no Diário de Notícias. Consultor da série História do Cinema Português (após 1995) para Acetato/RTP. Consultor em dicionários e enciclopédias. Assessor da RTP em programação (1989-94) e produção (1998-99). Desde 2000, professor convidado da Escola Superior de Teatro e Cinema. Autor da base Cinema Português (2002) do Centro Virtual/Instituto Camões. Desde 2003, é docente da Licenciatura em Cinema da Universidade Moderna. Na Cinemateca Portuguesa desde 1980, é responsável pela Filmografia Portuguesa. Em 2005, lançou Joaquim de Almeida - 1838-1921 - Um Actor de Montijo. Actualmente, desenvolve o levantamento informático Anuário Teatral - Portugal - Século XIX. Em 2005, Delfim Ramos realizou em DVD, José de Matos-Cruz - Memórias Afectivas e Outras Histórias para Dolphin Produções.
 

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25 de Maio de 2008

Collezione storica a colori, nº 46 - Fort Apache

Tex  nº 46FORT APACHE



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24 de Maio de 2008

Tex Gigante: Terra Sem Lei

Argumento de Claudio Nizzi, desenhos e capa de Alberto Giolitti. Com o título original Terra senza legge, a história foi publicada em Itália no Tex Albo Speciale nº 2 em 1989 e no Brasil pela Mythos Editora em 1999.

Terra sem lei é um western clássico, caracterizado por um argumento despretensioso, sem outro objectivo que uma bela homenagem ao velho oeste: Tex e os seus companheiros têm por missão acabar com a actividade de um conjunto de malfeitores que dominam, a seu bel prazer, uma cidade.
Mais uma vez, Nizzi faz gala em apresentar-nos todo um conjunto de valores sólidos  do velho oeste, misturando, ao longo das suas páginas, exército, índios, mexicanos, pistoleiros e até uma perseguição a uma diligência, tão do agrado do argumentista.

É o velho argumento da caça aos fora-da-lei que, lido e relido, acaba por nunca nos cansar, quando o mesmo se afirma coerente e credível. Neste caso, Nizzi coloca sempre a cadência e o ritmo certos no desenvolvimento da história.
Primeiro, a chegada à cabana do sargento retirado Mac Cormick, depois, no rancho de Bill Gorman, mais tarde na pousada de Paco Chavez, passando pela perseguição à diligência e, finalmente, terminando no duelo final em Stanford. Tudo é feito por etapas precisas, à boa maneira dos velhos clássicos. Não há, por assim dizer, precipitações nem falha de coerência no desenvolvimento da acção.

Desta vez, Nizzi escolheu um protagonismo a quatro, uma vez que Kit e Tigre dividem a acção com Tex e Carson, existindo também aqui um certo classicismo, um retorno a velhas aventuras do ranger.
Para um grande clássico, como é este Terra sem lei, nada melhor que um desenho pleno de aura, como só o velho oeste nos consegue transmitir. Giolitti caracteriza-se por um desenho extremamente detalhado, uniforme e feito de inúmeros grandes planos ao nível das suas personagens, como também nos habituámos a ver e a apreciar em Ticci.
Aliás, são muitas e por demais evidentes as semelhanças com o traço do desenhador genovês, mas foi certamente este que sofreu a influência de Giolitti e não o contrário.

Em Giolitti o desenho é menos imponente e altivo, tornando-se, a meu ver, mais romântico. Nota-se sobremaneira que o que o autor mais aprecia no western tem aqui marcada presença: movimento (veja-se a riqueza da cena da perseguição à diligência), animais, paisagens e aventura.
Em cada quadrado sentimo-nos mergulhados no velho oeste, tão grande é a profundidade, a rudeza, o jogo de sombras e o detalhe colocado no desenho.
É a isto que nós chamamos a aura  que nos referimos anteriormente.

No entanto, a figura de Tex é algo pesada e envelhecida, surgindo com um semblante carregado, mais lembrando o xerife Matt Dilon em Gunsmoke, uma outra personagem brilhantemente ilustrada por Giolitti.

Texto de Mário João Marques
   
     
       
       
    
 
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23 de Maio de 2008

Trading Post Nº 5

TRADING POST
POR: SÉRGIO SOUSA      FOLHETIM MENSAL DE DIVULGAÇÃO DAS REVISTAS BONELLI PARA VENDA        ANO 1          Nº5           MAIO 08


O Trading Post apresenta as revistas que disponho para venda, as condições de venda e o estado de conservação das revistas. Todos os coleccionadores que o desejarem basta que o solicitem através do E-mail: sergiosousa1367@hotmail.com

Recomendo que analisem com atenção as fotografias e a classificação que atribuo a cada uma das revistas, em caso de dúvida podem solicitar mais informação ou fotografia sobre qualquer revista.
Com o objectivo de premiar o coleccionador que efectua a maior compra mensal foi criado em Março o prémio “Wampum”. Este prémio é composto por um desconto de 5% e pela oferta de uma revista e dos portes do correio, a aplicar à totalidade da compra efectuada no mês seguinte, à atribuição do prémio.
O vencedor do prémio “WAMPUM” relativo ao mês de Abril é o Edgar Leal (edgarfleal@hotmail.com), que efectuou compras superiores a 160 Euros. O Edgar irá receber um desconto de 5% sobre a totalidade da compra efectuada, a oferta dos portes e a revista: Mister No ed. Record Nº15 – A fúria amarela, de Guido Nolitta e Roberto Diso.

Peço desculpa pelo atraso da edição de Maio mas tive muitos problemas com a alfândega, desde o tempo de permanência das encomendas, erro no envio dos documentos e cobrança de 21% de Iva em vez dos 5%.

A boa notícia é que já tenho revistas para garantir a edição de Junho, assim sendo, a edição de Junho sairá a 15 do próximo mês.


ü                    PRECIOSIDADE

Esta rubrica não é mais que um leilão…. Invertido. A revista é colocada a um preço que vai baixando todos os dias. Os preços para cada dia estão aqui identificados. O comprador avalia a revista e contacta-me no dia que considera que a revista está com um preço justo. Não se esqueçam que só existe um exemplar e se esperarem por um preço muito baixo outros coleccionadores podem antecipar-se.


TEX A CORES Nº6 (B)
Dia 24 MAI08 22€
Dia 25 MAI08 21€
Dia 26 MAI08 20€
Dia 27 MAI08 19€
Dia 28 MAI08 18€
Dia 29 MAI08 17€
Dia 30 MAI08 16€
Dia 31 MAI08 15€
Dia 01 JUN08 14€
Dia 02 JUN08 13€
Dia 03 JUN08 12€
Dia 04 JUN08 11€
Dia 05 JUN08 10€
Dia 06 JUN08 09€
Dia 07 JUN08 08€
Dia 08 JUN08 07€
Dia 09 JUN08 06€
Dia 10 JUN08 05€








ü                    DESTAQUES



Rubrica que apresenta revistas antigas que são difíceis de encontrar.



PARA SABER REVISTAS DISPONIVEIS, ESTADO DE CONSERVAÇÃO E PREÇOS, CONSULTE A TABELA NO FINAL DO FOLHETIM.


ü                    NOVIDADES

A partir deste número pretendo disponibilizar nesta rubrica todos os títulos Tex e Zagor publicados pela Mythos, em estado novo e que não se encontram esgotados. Assim, os coleccionadores que sentem dificuldades em encontrar mensalmente as revistas nas bancas ou que fazem as suas encomendas directamente ao Brasil e querem evitar os incómodos provocados pela retenção na alfândega, podem fazer a encomenda e receber comodamente em sua casa. Se dimensionarem a encomenda de forma a ultrapassar os 100 Euros, receberão de oferta os portes. Os preços praticados são:

Tex e Tex Colecção – 2,9 Euros
Almanaque Tex 1 a 15 – 5 Euros
Tex Gigante 2 a 12 – 8 Euros
Tex Gigante 13 a 21 – 8,5 Euros

Restantes edições terão um agravamento que poderá ir até 10% relativamente ao preço praticado em Portugal (com algumas excepções), no entanto, considerando as vantagens, penso que é um preço bastante razoável para ter as edições que estão a sair actualmente no Brasil, que só chegarão a Portugal daqui a um ou dois anos, ao preço um pouco acima do actual.
Na edição de Junho pretendo disponibilizar a numeração actual do Brasil de quase todos os títulos (15 de Junho).



PARA SABER REVISTAS DISPONÍVEIS E PREÇOS, CONSULTE A TABELA NO FINAL DO FOLHETIM.

 ü REVISTAS
O grosso das revistas é apresentado nesta rubrica, sem condições.







PARA SABER REVISTAS DISPONÍVEIS, ESTADO DE CONSERVAÇÃO E PREÇOS, CONSULTE A TABELA NO FINAL DO FOLHETIM.

TABELA DE PREÇOS E ESTADO DE CONSERVAÇÃO 
 

DESTAQUES
             
COLECÇÃO Nº E VENDA          COLECÇÃO Nº E VENDA          COLECÇÃO Nº E VENDA
             
TEX 1ª 31 B 12,00 €  TEX 1ª 87 U 3,20 €    TEX 2ª 41 B 4,20 €
TEX 1ª 36 U 6,00 €    TEX 1ª 92 R 3,20 €    TEX 2ª 42 R 3,90 €
TEX 1ª 63 R 4,20 €    TEX 1ª 93 B 4,20 €    TEX 2ª 43 B 4,20 €
TEX 1ª 66 R 4,20 €    TEX 1ª 93 R 3,70 €    TEX 2ª 47 4,20 €
TEX 1ª 72 R 4,20 €    TEX 1ª 97 B 4,20 €    TEX 2ª 48 B 4,20 €
TEX 1ª 74 B 4,20 €    TEX 1ª 98 O 4,50 €    TEX 2ª 52 O 4,50 €
TEX 1ª 75 R 3,90 €    TEX 1ª 100 O 4,90 €  TEX 2ª 53 B 3,90 €
TEX 1ª 77 R 3,90 €    TEX 2ª 32 B 4,50 €    TEX 2ª 53 B 3,90 €
TEX 1ª 81 B 4,20 €    TEX 2ª 33 O 4,90 €    TEX 2ª 54 B 3,90 €
TEX 1ª 81 R 3,70 €    TEX 2ª 35 B 4,20 €    TEX 2ª 59 R 3,50 €
TEX 1ª 83 3,70 €    TEX 2ª 36 O 4,90 €    TEX COL. 1 O 5,00 €
TEX 1ª 84 R 3,70 €    TEX 2ª 37 R 3,90 €    TEX COL. 2 O 4,00 €
TEX 1ª 85 R 3,70 €    TEX 2ª 38 O 4,50 €    TEX ED. HIST. 16 B 5,70 €
TEX 1ª 86 B 4,20 €    TEX 2ª 40 O 4,50 €     


NOVIDADES
             
COLECÇÃO Nº E VENDA              COLECÇÃO Nº E VENDA                 COLECÇÃO Nº E VENDA
             
TEX 1ª 351 N 2,90 €    TEX ALM. 7 N 5,00 €     TEX COL. 216 N 2,90 €
TEX 1ª 352 2,90 €    TEX ALM. 9 N 5,00 €     TEX COL. 217 N 2,90 €
TEX 1ª 353 N 2,90 €    TEX ALM. 11 N 5,00 €   TEX COL. 218 N 2,90 €
TEX 1ª 354 N 2,90 €    TEX ALM. 12 N 5,00 €   TEX COL. 219 N 2,90 €
TEX 1ª 355 N 2,90 €    TEX ALM. 13 N 5,00 €   TEX COL. 220 N 2,90 €
TEX 1ª 356 N 2,90 €    TEX ALM. 14 N 5,00 €   TEX COL. 230 N 2,90 €
TEX 1ª 357 N 2,90 €    TEX ALM. 16 N 5,00 €   TEX COL. 231 N 2,90 €
TEX 1ª 358 N 2,90 €    TEX ALM. 17 N 5,00 €   TEX COL. 232 N 2,90 €
TEX 1ª 359 N 2,90 €    TEX ALM. 18 N 5,50 €   TEX COL. 236 N 2,90 €
TEX 1ª 360 N 2,90 €    TEX ALM. 19 5,00 €   TEX COL. 237 2,90 €
TEX 1ª 361 N 2,90 €    TEX ALM. 20 N 5,50 €   TEX COL. 238 N 2,90 €
TEX 1ª 362 N 2,90 €    TEX ALM. 21 5,00 €   TEX COL. 239 N 2,90 €
TEX 1ª 363 N 2,90 €    TEX ALM. 22 N 5,00 €   TEX COL. 240 N 2,90 €
TEX 1ª 364 N 2,90 €    TEX ALM. 24 N 5,00 €   TEX COL. 241 N 2,90 €
TEX 1ª 365 N 2,90 €    TEX ALM. 26 N 6,00 €   TEX COL. 242 N 2,90 €
TEX 1ª 366 N 2,90 €    TEX ALM. 28 N 6,00 €   TEX COL. 243 N 2,90 €
TEX 1ª 367 N 2,90 €    TEX ALM. 29 N 5,00 €   TEX COL. 244 N 2,90 €
TEX 1ª 368 N 2,90 €    TEX COL. 144 N 2,90 €  TEX COL. 245 N 2,90 €
TEX 1ª 369 N 2,90 €    TEX COL. 145 N 2,90 €  TEX COL. 246 N 2,90 €
TEX 1ª 370 N 2,90 €    TEX COL. 146 2,90 €  TEX COL. 247 N 2,90 €
TEX 1ª 371 N 2,90 €    TEX COL. 147 2,90 €  TEX COL. 248 N 2,90 €
TEX 1ª 372 N 2,90 €    TEX COL. 148 N 2,90 €  TEX COL. 249 N 2,90 €
TEX 1ª 373 N 2,90 €    TEX COL. 149 N 2,90 €  TEX COL. 250 N 2,90 €
TEX 1ª 374 2,90 €    TEX COL. 150 N 2,90 €  TEX E. FER. 4 7,00 €
TEX 1ª 375 N 2,90 €    TEX COL. 151 N 2,90 €  TEX GIG. 2 N 8,00 €
TEX 1ª 376 N 2,90 €    TEX COL. 152 2,90 €  TEX GIG. 9 N 8,00 €
TEX 1ª 377 N 2,90 €    TEX COL. 153 2,90 €  TEX GIG. 10 N 8,00 €
TEX 1ª 378 N 2,90 €    TEX COL. 154 N 2,90 €  TEX GIG. 11 N 8,50 €
TEX 1ª 379 N 2,90 €    TEX COL. 155 N 2,90 €  TEX GIG. 12 N 8,50 €
TEX 1ª 380 N 2,90 €    TEX COL. 156 N 2,90 €  TEX GIG. 13 N 8,50 €
TEX 1ª 381 N 2,90 €    TEX COL. 157 N 2,90 €  TEX GIG. 14 N 8,50 €
TEX 1ª 382 N 2,90 €    TEX COL. 158 N 2,90 €  TEX GIG. 16 N 8,50 €
TEX 1ª 383 N 2,90 €    TEX COL. 159 N 2,90 €  TEX HIST. 61 8,00 €
TEX 1ª 384 N 2,90 €    TEX COL. 160 2,90 €  TEX HIST. 62 N 8,00 €
TEX 1ª 385 N 2,90 €    TEX COL. 161 N 2,90 €  TEX HIST. 63 N 5,00 €
TEX 1ª 386 N 2,90 €    TEX COL. 162 N 2,90 €  TEX HIST. 64 N 8,00 €
TEX 1ª 387 N 2,90 €    TEX COL. 163 N 2,90 €  TEX HIST. 65 N 8,00 €
TEX 1ª 388 N 2,90 €    TEX COL. 164 N 2,90 €  TEX HIST. 66 N 8,00 €
TEX 1ª 389 2,90 €    TEX COL. 165 N 2,90 €  TEX HIST. 67 8,00 €
TEX 1ª 390 N 2,90 €    TEX COL. 166 N 2,90 €  TEX HIST. 68 N 7,00 €
TEX 1ª 391 N 2,90 €    TEX COL. 167 N 2,90 €  TEX HIST. 69 N 8,00 €
TEX 1ª 392 N 2,90 €    TEX COL. 168 N 2,90 €  TEX OURO 2 N 7,00 €
TEX 1ª 393 N 2,90 €    TEX COL. 169 N 2,90 €  TEX OURO 3 N 6,00 €
TEX 1ª 394 N 2,90 €    TEX COL. 170 N 2,90 €  TEX OURO 4 N 6,00 €
TEX 1ª 395 N 2,90 €    TEX COL. 171 N 2,90 €  TEX OURO 6 N 7,00 €
TEX 1ª 396 N 2,90 €    TEX COL. 172 N 2,90 €  TEX OURO 7 N 6,00 €
TEX 1ª 397 2,90 €    TEX COL. 173 N 2,90 €  TEX OURO 8 N 6,00 €
TEX 1ª 398 N 2,90 €    TEX COL. 174 N 2,90 €  TEX OURO 12 N 7,00 €
TEX 1ª 399 N 2,90 €    TEX COL. 175 N 2,90 €  TEX OURO 13 N 6,00 €
TEX 1ª 400 N 2,90 €    TEX COL. 176 N 2,90 €  TEX OURO 14 N 6,00 €
TEX 1ª 401 N 2,90 €    TEX COL. 177 2,90 €  TEX OURO 15 N 6,00 €
TEX 1ª 402 N 2,90 €    TEX COL. 178 N 2,90 €  TEX OURO 16 N 8,00 €
TEX 1ª 403 N 2,90 €    TEX COL. 179 N 2,90 €  TEX OURO 17 N 8,00 €
TEX 1ª 404 N 2,90 €    TEX COL. 180 N 2,90 €  ZAGOR ES. 1 N 7,50 €
TEX 1ª 405 N 2,90 €    TEX COL. 181 N 2,90 €  ZAGOR MY. 4 N 3,70 €
TEX 1ª 406 N 2,90 €  TEX COL. 182 N 2,90 € ZAGOR MY. 12 N 3,20 €
TEX 1ª 407 N 2,90 €  TEX COL. 183 N 2,90 € ZAGOR MY. 13 N 3,20 €
TEX 1ª 408 N 2,90 €  TEX COL. 184 N 2,90 € ZAGOR MY. 14 N 3,20 €
TEX 1ª 409 N 2,90 €   TEX COL. 185 N 2,90 € ZAGOR MY. 17 N 3,20 €
TEX 1ª 410 N 2,90 €   TEX COL. 186 N 2,90 € ZAGOR MY. 18 N 3,20 €
TEX 1ª 411 N 2,90 €   TEX COL. 187 N 2,90 €  ZAGOR MY. 18 N 3,20 €
TEX 1ª 412 N 2,90 €   TEX COL. 188 N 2,90 €  ZAGOR MY. 19 N 3,20 €
TEX 1ª 413 N 2,90 €   TEX COL. 189 N 2,90 € ZAGOR MY. 20 N 3,20 €
TEX 1ª 414 N 2,90 €   TEX COL. 190 N 2,90 € ZAGOR MY. 53 N 3,20 €
TEX 1ª 415 N 2,90 €   TEX COL. 191 N 2,90 € ZAGOR MY. 54 N 3,20 €
TEX 1ª 416 N 2,90 €   TEX COL. 192 N 2,90 € ZAGOR MY. 55 N 3,20 €
TEX 1ª 417 N 2,90 €  TEX COL. 193 N 2,90 € ZAGOR MY. 56 N 3,20 €
TEX 1ª 418 N 2,90 € TEX COL. 194 N 2,90 € ZAGOR MY. 57 N 3,20 €
TEX 1ª 419 N 2,90 €   TEX COL. 195 N 2,80 € ZAGOR MY. 58 N 3,20 €
TEX 1ª 420 N 2,90 €   TEX COL. 195 N 2,90 € ZAGOR MY. 59 N 3,20 €
TEX 1ª 421 N 2,90 €    TEX COL. 196 N 2,90 € ZAGOR MY. 60 N 3,20 €
TEX 1ª 422 N 2,90 €    TEX COL. 197 N 2,90 € ZAGOR MY. 61 N 3,20 €
TEX 1ª 423 N 2,90 €    TEX COL. 198 N 2,90 € ZAGOR MY. 62 N 3,20 €
TEX 1ª 424 N 2,90 €    TEX COL. 199 N 2,90 € ZAGOR MY. 63 N 3,20 €
TEX 1ª 425 N 2,90 €   TEX COL. 200 N 2,90 € ZAGOR MY. 64 N 3,20 €
TEX 1ª 426 N 2,90 €    TEX COL. 201 N 2,80 € ZAGOR MY. 65 N 3,20 €
TEX 1ª 443 N 2,90 €    TEX COL. 201 N 2,90 € ZAGOR MY. 66 N 3,20 €
TEX 1ª 444 N 2,90 €   TEX COL. 202 N 2,90 € ZAGOR MY. 67 N 3,20 €
TEX 1ª 445 N 2,90 €   TEX COL. 203 N 2,90 € ZAGOR MY. 68 N 3,20 €
TEX 1ª 446 N 2,90 €  TEX COL. 204 N 2,90 € ZAGOR MY. 69 N 3,20 €
TEX 1ª 447 N 2,90 €  TEX COL. 205 2,90 € ZAGOR MY. 70 N 3,20 €
TEX 1ª 451 N 2,90 €   TEX COL. 206 2,90 € ZAGOR MY. 71 N 3,20 €
TEX 1ª 452 N 2,90 €   TEX COL. 207 N 2,90 € ZAGOR MY. 72 N 3,20 €
TEX 1ª 453 N 2,90 €   TEX COL. 208 N 2,90 € ZAGOR MY. 73 N 3,20 €
TEX 1ª 454 N 2,90 €  TEX COL. 209 N 2,90 € ZAGOR MY. 74 N 3,20 €
TEX 1ª 455 N 2,90 €   TEX COL. 210 N 2,90 € ZAGOR MY. 75 N 3,20 €
TEX 1ª 456 N 2,90 €    TEX COL. 211 N 2,90 € ZAGOR MY. 77 N 3,20 €
TEX 1ª 457 N 2,90 €    TEX COL. 212 N 2,90 € ZAGOR MY. 78 N 3,20 €
TEX ALM. 1 N 5,00 € TEX COL. 213 N 2,90 € ZAGOR MY. 79 N 3,20 €
TEX ALM. 3 N 5,00 €TEX COL. 214 N 2,90 € ZAGOR MY. 80 N 3,20 €
TEX ALM. 5 N 5,00 €  TEX COL. 215 N 2,90 € 
   

REVISTAS
             
COLECÇÃO Nº E VENDA            COLECÇÃO Nº E VENDA             COLECÇÃO Nº E VENDA
             
MEFISTOO 5,00 €  TEX 1ª 144 B 3,50 €   TEX 2ª 65 B 3,90 €
TEX 1ª 100 B 4,20 €   TEX 1ª 144 B 3,50 €   TEX 2ª 66 O 4,20 €
TEX 1ª 100 R 3,50 €   TEX 1ª 149 B 3,50 €   TEX 2ª 67 B 3,90 €
TEX 1ª 102 B 4,00 €   TEX 1ª 149 U 2,70 €   TEX 2ª 68 B 3,90 €
TEX 1ª 104 B 3,90 €   TEX 1ª 151 U 2,70 €   TEX 2ª 68 B 3,90 €
TEX 1ª 106 B 5,00 €   TEX 1ª 163 R 3,20 €   TEX 2ª 72 B 3,90 €
TEX 1ª 108 B 3,90 €   TEX 1ª 168 O 3,70 €   TEX 2ª 75 B 3,90 €
TEX 1ª 108 B 3,90 €   TEX 1ª 170 R 3,20 €   TEX 2ª 76 B 3,90 €
TEX 1ª 109 R 3,70 €   TEX 1ª 178 B 3,30 €   TEX 2ª 79 R 3,50 €
TEX 1ª 109 R 3,70 €   TEX 1ª 180 B 3,30 €   TEX 2ª 98 B 3,70 €
TEX 1ª 110 U 2,50 €   TEX 1ª 181 B 3,30 €   TEX 2ª 105 B 3,50 €
TEX 1ª 114 B 3,90 €   TEX 1ª 182 B 3,30 €   TEX 2ª 107 B 3,50 €
TEX 1ª 114 B 3,90 €   TEX 1ª 192 B 3,30 €   TEX 2ª 110 O 3,70 €
TEX 1ª 114 R 3,20 €   TEX 1ª 193 B 3,30 €   TEX 2ª 111 B 3,50 €
TEX 1ª 115 B 3,90 €   TEX 1ª 194 2,90 €   TEX 2ª 113 3,50 €
TEX 1ª 116 B 3,90 €   TEX 1ª 196 O 3,70 €   TEX 2ª 115 O 3,70 €
TEX 1ª 116 3,20 €   TEX 1ª 197 B 3,30 €   TEX 2ª 116 R 3,20 €
TEX 1ª 117 R 3,20 €   TEX 1ª 198 O 3,70 €   TEX 2ª 122 R 2,90 €
TEX 1ª 118 B 5,00 €   TEX 1ª 199 B 3,30 €   TEX 2ª 125 B 3,20 €
TEX 1ª 118 R 4,00 €   TEX 1ª 248 B 3,20 €   TEX 2ª 126 R 3,20 €
TEX 1ª 121 B 3,90 €   TEX 1ª 323 B 2,90 €   TEX 2ª 129 R 2,90 €
TEX 1ª 123 B 3,90 €   TEX 1ª 374 O 2,60 €   TEX 2ª 130 R 2,90 €
TEX 1ª 123 R 3,50 €   TEX 1ª 375 O 2,60 €   TEX 2ª 137 R 2,90 €
TEX 1ª 124 U 3,20 €   TEX 1ª 386 O 2,60 €   TEX 2ª 138 R 2,90 €
TEX 1ª 125 B 3,90 €   TEX 1ª 386 O 2,60 €   TEX 2ª 139 R 2,90 €
TEX 1ª 126 O 4,20 €   TEX 1ª 387 O 2,60 €   TEX 2ª 147 B 3,20 €
TEX 1ª 128 4,20 €   TEX 1ª 388 O 2,60 €   TEX 2ª 148 B 3,20 €
TEX 1ª 129 B 3,70 €   TEX 1ª 389 O 2,60 €   TEX 2ª 149 O 3,20 €
TEX 1ª 129 O 4,20 €   TEX 1ª 390 O 2,60 €   TEX ALM. 9 O 4,50 €
TEX 1ª 130 B 3,70 €   TEX 1ª 391 O 2,60 €   TEX ALM. 14 O 4,50 €
TEX 1ª 130 O 4,20 €   TEX 1ª 392 2,60 €   TEX ALM. 16 O 4,50 €
TEX 1ª 131 O 3,90 €   TEX 1ª 393 O 2,60 €   TEX ALM. 18 O 4,50 €
TEX 1ª 131 O 3,90 €   TEX 1ª 396 B 2,20 €   TEX ALM. 26 O 4,50 €
TEX 1ª 138 B 3,50 €   TEX 1ª 396 O 2,60 €   TEX COL. 1 O 5,00 €
TEX 1ª 140 O 3,70 €   TEX 1ª 397 O 2,60 €   TEX COL. 2 O 4,00 €
TEX 1ª 140 O 3,70 €   TEX 1ª 398 O 2,60 €   TEX COL. 197 U 2,00 €
TEX 1ª 141 O 3,70 €   TEX 1ª 399 O 2,60 €   TEX E. FER. 2 O 6,00 €
TEX 1ª 142 B 3,50 €   TEX 1ª 400 O 3,00 €   TEX ED. HIST. 16 B 5,70 €
TEX 1ª 142 O 3,70 €   TEX 2ª 62 O 4,20 €     TEX GIG. 9 B 5,00 €
TEX 1ª 143 B 3,50 €   TEX 2ª 62 O 4,20 €     TEX GIG. 10 B 5,00 €
TEX 1ª 143 O 3,70 €  TEX 2ª 64 R 3,50 €     ZAGOR MYTHOS 19 O 3,10 €
 

ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS REVISTAS
  • NOVO (N)                  - Estado de banca. Novo ou como Novo.
  • ÓPTIMO (O)- Capa e lombada sem defeitos, miolo pode apresentar-se amarelado.
  • BOM (B)                    - Pequenos defeitos na capa e lombada (rasgos, riscos ou pequenas palavras), miolo amarelado.                                    
  • REGULAR (R)          - Capa e lombada com falhas, mais que uma palavra escrita na capa. Miolo amarelado ou escurecido.
  •  USADO (U)               - Capa muito gasta ou suja pelo uso, escrita ou com rasgos. Lombada com falhas e miolo demasiado escurecido. Revista não recomendada a coleccionadores exigentes.

CONDIÇÕES DE VENDA
  • Pagamento antecipado efectuado através de transferência bancária.
  • Entrega em mão, apenas na região de Setúbal.
  • Encomenda superior a 200 Euros, o envio pode ser efectuado à cobrança, mediante antecipação de 10% através de transferência bancária.
  • Encomendas de montante superior a 100 Euros terão sempre como oferta os portes dos correios. Restantes encomendas, os portes serão sempre por conta do comprador salvo indicação em contrário.
  • <500g                         2,06€
  • >500g ^ <2000g         2,72€
  • >2000g ^ <4000g       4,22