29 de Fevereiro de 2008

Capas Aurelio Galleppini - Edições Tex "Normal" nº 16 a 20

Por José Rivaldo Ribeiro

Tex nº 16 – Território Apache

Publicação desta capa no Brasil: (Quatro vezes)

Esta capa segue a ordem original italiana!

Capa original: Tex nº 109 – Novembro 1969
História: Tex nº 108/109 - Territorio Apache / Massacro!! – Out/Nov 1969

1º - Tex nº 16 - Editora Vecchi – Junho 1972

Falando inicialmente desta capa, que, aliás, é belíssima, vem-me à mente uma dúvida ou uma certeza. Naquela época os famosos fotolitos eram enviados ao Brasil pela matriz SBE, mas algumas partes das capas inevitavelmente tinham de ser retocadas pela Vecchi; refiro-me àquelas partes cobertas pelo preço, “logotipo” da revista ou mesmo os títulos originais das histórias. Felizmente, com o advento Internet e programas como Photoshop, esses pequenos detalhes podem ser facilmente modificados. Só para confirmar o que digo, basta comparar (na edição italiana) o bico da bota direita de Tex, coberta pelo título e na reedição “Tre Strelle” o bico da bota está quadrado enquanto que no Tex (brasileiro) com o retoque o bico da bota ficou arredondado. Não vou detalhar tudo de cada capa, basta comparar as mesmas e notar as pequenas diferenças.
Em Tempo:Território Apache”, desta edição é, de facto, uma ventura que todo Texmaníaco não pode deixar de ler e se tiver a oportunidade de reler a versão Vecchi e verá uma diferença tremenda na nova tradução; falas como: “E não tente puxar do pequeno revolver que geralmente traz junto à pança”, ficaram:“E não tente sacar a Derringer que sempre carrega no colete!”  entre tantas outras diferenças!!
- Publicada em TEX#154/155/156 & TEH#19, com o mesmo título e uma nova tradução!
Apenas para lembrar que a história não é de Galep e sim de G. Ticci que diga-se de passagem possui um do traços mais marcantes da carreira do Ranger.

2º - Tex nº 16 - Segunda Edição - Editora Vecchi – Julho 1978

Capa com cores totalmente modificadas pela Vecchi e com os péssimos retoques!
Edição especial de 192 páginas. Quem colecciona TEX não pode de forma alguma deixar de fora a série (2ª EDIÇÃO); são diferenças não só apenas nas capas que, aliás, parece que ou eram mal-pintadas propositadamente para serem diferenciadas da série original “se bem que até ao nº 37 é outro formato”.
Esta edição curiosamente traz 18 páginas em quadradinhos com a apresentação de Zagor, personagem Bonelliano recém adquirido pela VECCHI e que ganharia revista própria no mês seguinte.

3º - Tex Coleção nº 83 - Editora Globo – Dezembro 1993

Capa fora da ordem cronológica, utilizada como simples encaixe!
Esta capa da Globo está excelente, apenas a cor de fundo foi modificada!

4º - Tex Coleção nº 155 - Mythos Editora – Dezembro 1999

Finalmente; além de estar na ordem exacta a capa está magnífica, com nova tradução e repintada com todo carinho e cuidado que esta revista merece!

Tex nº 17 – O Massacre dos Búfalos / O Mistério do Vale da Lua
Publicação desta capa no Brasil: (Três vezes)

Esta capa segue a ordem original italiana!

Capa original: Tex nº 56 – Junho 1965
História: Tex nº 133/134 - Condor Pass - Nov/Dez 1971
História: Tex nº 55/56 - La Valle della Luna/La rivolta – Mai/Jun 1965

1º - Tex nº 17 - Editora Vecchi – Julho 1972

Nota-se nitidamente uma diferença entre a capa italiana e a brasileira, a “lamparina” quase esbarra no ombro de Tex; a cena da capa é algo à parte que não aparece nas histórias desta edição. Tex jogando baralho? Eu não me lembro!
Estaria absolutamente na ordem original italiana, não fosse o deslize de “O Massacre dos Búfalos”. De facto as duas histórias que compõem esta edição são curtas para os padrões da época, porém são bem raras as aventuras de Tex com um enredo curto, afinal os leitores estão acostumados a aventuras mais longas; esta história foi desenhada especialmente para intercalar duas histórias longas, talvez porque a história seguinte “Missão em Silver Bell ainda não estivesse devidamente pronta e a ser assim seria inserida uma história com enredo curto! Por aqui a Vecchi por algum motivo deixou essa história de fora da série normal.
Em Tempo: O Massacre dos Búfalos foi reeditada em TXC#185 pela Mythos com o título “Os Exterminadores”, que foi republicada em TEH#68; já O Vale da Lua, foi reeditada em TXC#87 e também pode ser lida em TEH#32.

2º - Tex nº 17 - Segunda Edição - Editora Vecchi – Agosto 1978

Capa com cores totalmente modificadas pela Vecchi e com os péssimos retoques!
Em tempo: Notem que na reedição, os títulos das histórias aparecem sem as tarjas, dessa forma a capa ficou até mais “limpa”. E nitidamente a imagem está invertida!

3º - Tex Coleção nº 75 - Editora Globo – Abril 1993

Capa fora da ordem cronológica, utilizada como simples encaixe!
A Globo fez algumas modificações; a lamparina está bem próxima à cabeça de Tex e a chave que acende a lamparina foi retirada!!

Tex nº 18 – Drama no Circo
Publicação desta capa no Brasil: (Duas vezes)

Capa original: Tex nº 66 – Abril 1965
História: Tex nº 65/66/67 – La banda dei Mormoni/Dramma al Circo  Mar/Abr/Mai 1966

1º - Tex nº 18 - Editora Vecchi – Agosto 1972

Total e absolutamente diferente das outras histórias que os leitores estão acostumados a ver; “Drama no Circo” foge um pouco à regra “faroeste”,mas sem sair do contexto das tramas de Tex já consagradas. Onde se escondem um grupo de bandidos denominados “O Bando dos Mórmons”, é a nova tarefa incumbida a Tex e Carson; uma pista leva-os ao Great American Circus; nossos Rangers logo descobrem que às vezes o que se procura está mais perto do que se imagina e como sempre as aparências enganam, o que de facto para Tex isso já não é mais novidade! Pat Mac Ryan também está nesta história e literalmente dá um show! Vale a pena conferir!!
Publicada pela GLOBO em TXC#100/101/102 como “ O Bando dos Mórmons”, com uma nova tradução e livre dos cortes, assim como na publicação na 1ª e 2ª edição, as tiras não são numerada! Também pode ser lida em TEH#37 pela Mythos!

2º - Tex nº 18 - Segunda Edição - Editora Vecchi – Setembro 1978

Capa com cores totalmente modificadas pela Vecchi!
Um facto curioso é que na primeira e segunda edição Tex e Carson ainda são chamados de “Guardas Rurais”.

Tex nº 19 – Cidade sem Lei
Publicação desta capa no Brasil: (Três vezes)

Capa original: Tex nº 62 – Dezembro 1965
História: Tex nº 61/62/63 - La città senza Legge/Squali. Nov/Dez 1965/Jan 1966

1º - Tex nº 19 - Editora Vecchi – Setembro 1972

G. L. Bonelli sempre teve o cuidado de não mencionar datas nas aventuras do nosso Ranger, porém todo bom leitor aficionado sabe que as tramas passam-se na segunda metade do século 19. Esta aventura faz menção à tão famosa “Corrida do Ouro da Califórnia - 1848/1855”, e para quem acompanha a saga, essa não é a primeira vez que uma aventura de Tex tem como pano de fundo, “A Febre do Ouro”.  O ouro foi, é e sempre será sinal de riquezas, mas também sinal de ganância, traição, morte etc... Histórias em quadradinhos de diversos criadores e autores em diversas épocas usaram a corrida do ouro para ilustrar belíssimas aventuras, Bonelli não podia deixar o seu consagrado personagem de fora. Eu recomendo esta história para quem está afim de muita pancadaria, tiros, bombas e subtis factos históricos; quem puder comparar as edições da VECCHI e MYTHOS terá algumas surpresas!
Em tempo:  Capas como estas certamente ficaram “perdidas” nas colecções passadas e talvez nunca mais serão republicadas; mas de certa forma é uma que não ficou de fora! Existem muitas, mas muitas capas de Galep ainda inéditas no Brasil; mesmo sendo editadas aos poucos, como assim vem sendo feito com o apoio e escolha de  José Carlos Francisco, as capas demorariam anos para saírem todas. Publicada pela GLOBO em TXC#95/96 com uma nova e belíssima tradução, a história teve o mesmo título, porém, as versões anteriores saíram com os números que dividem as tiras!!

2º - Tex nº 19 - Segunda Edição - Editora Vecchi – Outubro 1978

Capa com cores e tons modificados pela Vecchi!
A sequência da história é exactamente a mesma.
Em tempo: Muitos coleccionadores e leitores “fundem” as séries 1ª e 2ª edição numa só colecção; afinal a 2ª foi lançada devido ao sucesso da revista e para dar oportunidade a quem perdeu os raríssimos primeiros números de finalmente “fechar” a sua colecção!
Mas há controversas; como coleccionador e leitor, digo convicto que: “São duas colecções distintas; apesar de seguirem as sequências de histórias, uma nada tem a ver com a outra”. A própria Vecchi induziu os seus leitores de misturarem as duas séries, basta olhar no expediente das revistas, na série de edições disponíveis; não há distinção entre uma e outra!
Em suma; uma colecção de Tex que tem inseridos números da segunda edição, não está completa!

3º - Tex Coleção nº 65 - Editora Globo – Junho 1992

Capa fora da ordem cronológica, utilizada como simples encaixe!

Tex nº 20 – A Quadrilha do Ás de Espadas
Publicação desta capa no Brasil: (Duas vezes)

Capa: Tex nº 38 – Dezembro 1963
História: Tex nº 37/38 – L’Asso di Picche/Sabbie mobili  - Nov/Dez 1963

1º - Tex nº 20 - Editora Vecchi – Outubro 1972

São poucas as capas que vemos e ficam fixadas para sempre em nossa memória, essa sem sombra de dúvida é uma delas, a cena é absolutamente fora do “normal” que conhecemos para uma capa de uma revista do Tex! Claro que ajudar o próximo sempre foi algo trivial para Tex, afinal, ele é o “mocinho” e ele tem algo de “humano” que outros heróis da BD não possuem. Há quem critique o Ranger e o chame de “matador”, porém esquecem-se de mencionar que milhares de pessoas já foram salvas devido à sua sagaz interferência e inteligência. Curiosamente essa capa foi totalmente modificada; em “Albo D’oro nº 8 oitava série”,o cenário é um incêndio; já na versão da série “Tre Strele”, muda-se o cenário e os pés do personagens ficam imersos no lamaçal; outro facto curioso é que mesmo nas versões italianas posteriores algumas mudanças foram feitas nessa capa, na Série “Tutto Tex” o rosto do Ranger foi totalmente  modificado e os arbustos do fundo também “cresceram”, como podemos ver no quadro de capas mostrado já de seguida:



Publicada pela GLOBO  em TXC#62/63 com o título O  Às de Espadas”, nova tradução e sem números de tiras. Essa Aventura também pode ser lida em TEH#23!!
Para quem curte aventuras do Ranger em meio a rios e embarcações essa é uma óptima oportunidade de leitura!

2º - Tex nº 20 – Segunda Edição - Editora Vecchi – Dezembro 1978

Capa com cores e tons modificados pela Vecchi; apesar disso nesta segunda versão vemos detalhes redesenhados e dessa vez o fundo vermelho respeitou o original que foi trocado pelo azul da primeira série!
Em tempo: A pesar de ter sido cancelada na edição nº 149, pois a qualidade sequencial estava péssima, a 2ª edição se estivesse hoje nas bancas poderia ser uma boa oportunidade de podermos ler boas histórias que tiveram sequências e páginas cortadas pela GLOBO; aos poucos muitas dessas histórias vem sendo relançadas pela MYTHOS em edições especiais.
  

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28 de Fevereiro de 2008

3ª. Expo-Tex de João Pessoa - Brasil

O blogue do Tex publica desta vez o relatório da III Expo-Tex de João Pessoa, da autoria de G. G. Carsan, ilustrado por excelentes fotos e um fantástico vídeo (com uma imagem de alta qualidade), realizado aquando desse evento ocorrido no Brasil. Evento que aconteceu entre 27 e 30 de Novembro de 2007, numa organização do próprio  G. G. Carsan.

Por G. G. Carsan


Um olhar pela imprensa...

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Herói dos quadrinhos, Tex é tema de mostra
* RENATO FÉLIX
 
Tex cavalga pelos quadrinhos de faroeste, no Brasil, desde 1971 - e nunca deixou de ser publicado desde então, mesmo tendo passado por quatro editoras diferentes. Os fãs não deixaram a publicação no país ser interrompida nestes anos todos e criam eventos como a Expo-Tex, em João Pessoa, exposição que chega a sua terceira edição. A abertura é hoje, às 19 horas, no Gabinete Cultural.
O fotógrafo G.G. Carsan coleciona não só as revistas, mas todo o material possível sobre o personagem há vários anos. Ele expõe publicações nacionais de várias épocas, revistas italianas (Tex surgiu na Itália em 1948), pôsteres, memorabilia e até a exibição de um filme sobre o personagem: o italiano Tex e o Senhor do Abismo (1985), estrelado por Giulianno Gemma.
Carsan também vai apresentar uma palestra sobre o personagem - o colecionador prepara o lançamento do livro Tex no Brasil, que trata da trajetória de publicação do herói no país.
Tex Willer foi criado por Giovanni Bonelli e Aurelio Galleppini na história “Il totem misterioso”. No início, as histórias eram publicadas em tiras de três quadrinhos cada - 32 por gibi, um gibi por semana. Nos primeiros anos, o personagem era um cowboy solitário e fora-da-lei. Com o passar dos anos, mudou de lado, seu cavalo recebe um nome (Diamante) e ganhou companheiros: o índio Jack Tigre, Kit Carson (que é um personagem real) e, depois, Kit Willer, o filho de Tex.
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WSCOM
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A volta do bang-bang: Expo-Tex abre sua terceira edição nesta terça em João Pessoa
 
Arquivo Herói completa 60 anos de existência em 2008 Ampliar imagem Herói completa 60 anos de existência em 2008 Começa nesta terça-feira, 27, a 3ª. Expo-Tex no Centro Histórico de João Pessoa. A abertura será às 19h, com apresentação de slides, filme do personagem, e uma palestra do colecionador G. G. Carsan, entusiasta da exposição. A visitação prossegue até o dia 30, das 9h às 18h.
A Expo-Tex tem por objetivo reunir os colecionadores e fãs da revista TEX e incentivar a leitura e divulgar o personagem entre os jovens alunos de escolas convidadas para o evento, através de palestras e sorteio de revistas em quadrinhos. Tex foi criado na Itália em 1948 (os fãs festejarão com pompa os 60 anos em 2008), por Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini (in memoriam) e faz sucesso em diversos países até nossos dias.
Segundo o colecionador, administrador e fotógrafo G. G. Carsan, organizador do evento, Tex é um ranger durão e destemido que percorre o Velho Oeste aplicando a lei e ajudando os fracos e oprimidos, mostrando o que é ética, amizade, solidariedade, força, inteligência e honra em grandes e inesquecíveis aventuras, onde enfrenta inimigos poderosos e perigos terríveis. É lançado no Brasil desde 1971 e chega nas bancas em 9 coleções distintas da Mythos Editora, capaz de agradar aos leitores mais exigentes.
Carsan divulga o personagem e incentiva a leitura em diversas mídias, além de mostrar e provar que 'gibi é cultura'. Carsan começou aos 10 anos e tem a coleção principal completa, com 455 revistas. A Expo-Tex apresenta as diversas coleções, posters, cartazes, livros e gibis italianos (origem), fotos, filmes de faroeste e vários objetos. Nesta edição, haverá venda de camisetas e de revistas novas do Tex, oficina de desenho em quadrinhos, sorteio de revistas usadas.
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Cultura
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Expo-Tex começa nesta terça-feira

Começa nesta terça-feira (27), às 19h, no Gabinete Cultural de Fuba, a terceira edição da Expo-Tex, a mostra que reúne colecionadores e fãs da revista Tex. A programação de abertura terá apresentação de slides, filme e uma palestra do colecionador G. G. Carsan, que organiza o evento. A visitação será da quarta (2 a sexta (30), das 9h às 18h.
"A idéia é também incentivar a leitura e divulgar o personagem entre o público em geral e os alunos das escolas convidadas para o evento", explicou Carsan.
Tex foi criado na Itália em 1948, por Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini, e faz sucesso em diversos países até hoje em dia. "Trata-se de um cowboy durão e destemido que percorre o Velho Oeste aplicando a lei e praticando a solidariedade", explicou o organizador.
A revista está no Brasil desde 1971, em nove coleções distintas da Mythos Editora, capaz de agradar aos leitores mais exigentes.
Carsan começou sua coleção quando tinha apenas 10 anos de idade e hoje tem uma acervo de 455 revistas. A Expo-Tex apresenta as diversas coleções, posters, cartazes, livros e gibis italianos originais, fotos, filmes de faroeste e vários objetos.
Nesta edição haverá venda de camisetas e de revistas novas do Tex, oficina de desenho em quadrinhos e sorteio de revistas. Mais informações pelo fone (83)8807-6608.
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E agora o relatório do evento em si...
 
27/11/2007
Além das matérias que saíram na Internet, coleccionei os jornais impressos, onde saíram as matérias nos cadernos de cultura. E a entrevista dada ao jornal O Norte ficou muito boa.
 
À tarde fui para o Gabinete Cultural e arrumei as revistas nos seus devidos lugares, preguei os cartazes, pendurei os quadros,etc.
 
Às 19:30 ocorreu a abertura da Expo-Tex, para alguns convidados.
Havia apenas um texiano, de nome Jessé, que viu o anúncio e se propôs a ir ver o que tínhamos preparado para o ídolo. Foi muito bem recebido e ficou de retornar, levando um parente cujo nome é Tex Willer.
Realizamos a palestra apresentando o Tex, depois a plateia viu uma apresentação multimédia do nosso herói no Brasil e algumas cenas do filme Tex e o Senhor do Abismo, legendado.
A seguir tivemos um coquetel com whisky para os cowboys e licor de amarula para as cowgirls.
Quando eu terminava a palestra chegou a TV Correio e acompanhou boa parte dos acontecimentos, até o repórter se deixar fotografar junto ao cover do Tex e ficar até depois do coquetel.
Foi assim, tudo na paz, bem legal.
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28/11/2007
O dia começou muito excitante, pois a TV Correio apresentou às 7:30 am, a matéria da Expo-Tex realizada durante a abertura. Uma matéria legal, bem trabalhada, que foi vista por muita gente. É engraçado a gente se ver fantasiado na TV.
 
Às 2:00 pm, recebi a notícia de que a TV Correio havia repetido a matéria sobre a Exposição no jornal do meio-dia. Fiquei bem contente, pois havia a certeza de mais gente vendo o evento.
 
O primeiro dia da Expo-Tex teve a visita do Vagner Viaro, que passou um bom tempo por lá (já participou da 2ª Expo). Depois tivemos a visita do jovem Daylson, da vizinha Santa Rita, estudante de desenho e simpatizante do Tex (tomara que se torne um coleccionador de verdade). O vereador Fuba passou por lá e fizemos um registo - recebendo os elogios pelo evento. E anotamos a presença de alguns visitantes ilustres, que apesar de não serem coleccionadores natos, conhecem o Tex via pai ou via curiosidade. Foram eles: O Felizardo Toscano (ex-coleccionador), activista no Orkut; o Raoni Lucena; o Luis Dantas; o João Paulo Sette e esposa, amantes de mangá e anime (que me convidou para o próximo RPG & Cultura) e Lucia Chaves, uma carioca que posou com Tex e ainda anotou: "Tivemos um namoro relâmpago".
As duas turmas agendadas não compareceram e tive um dia tranquilo para exercitar a leitura - Ken Parker, Zagor, Maria (de Henrique Magalhães), Xaxado.
 
Alguém chegou a dizer que sou muito parecido com o Tex depois de fantasiado. Já fiquei pensando em fazer um filme...!
 
Realizei uma alteração no lay-out colocando o "formidável" num local mais apresentável e próximo das revistas, para facilitar na hora de pegar uma revista para fazer as fotos.
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Na 3ª Expo-Tex, foram realizados 05 sorteios com os texianos que visitaram a Expo-Tex entre o dia 27 e 30 - sorteio ocorrido no dia 30.
 
1º sorteio - 01 calendário Tex 2008;
2º sorteio - 01 calendário Tex 2008;
3º sorteio - Filme do Tex - italiano (dvd)
4º sorteio - Ken Parker autografado pelo escritor G. Berardi
5º sorteio - Tex Júnior (1955) em tiras (um tesouro)
Vencedores:
1º. prémio: Gilson Galvão
2º. prémio: Adauto Ferreira
3º. prémio: Joneci Ferreira
4º. prémio: Lindolfo Grilo
5º. prémio: Pedro Arnóbio
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29/11/2007 
Logo após a abertura recebi a visita do texiano Joneci, de Santa Rita, cidade que faz parte da área metropolitana da capital e ele nem imaginava que seria o feliz vencedor sorteado com o filme italiano, original, do Tex. Infelizmente, não pudemos tirar uma foto dele, pois o equipamento fotográfico ainda não estava instalado.
E na sequência, surgiu o segundo sortudo, o Sr. Lindolfo, velho coleccionador aqui da capital, acompanhado da esposa Maria Carla, que pareceu admirar e apoiar o hobby do marido. Ele ganhou o Ken Parker autografado.
 
Pouco depois chegaram o Nelson Meireles e o João Sena (Dão), vindo de Cuité de Mamanguape - PB, distante uns 60 km de João Pessoa. O Nelson viu o anúncio via panfleto colocado dentro de uma revista, numa das grandes bancas da cidade. Levaram algumas revistas postas à venda (números abaixo de 20) e saíram prometendo novos contactos e quem sabe uma Expo na sua aldeia.
 
Quando retornei do almoço, encontrei o Sgt. Pereira e um amigo, o João Pereira, visitando a exposição. Ele trouxe algumas revistas antigas do Tex e acabamos vendendo todas. Ele faz o patrulhamento na região central da cidade, especificamente no Parque Solon de Lucena, o mais belo cartão postal da cidade.
 
Aconteceu à tarde a realização de um dos 3 grandes objectivos do evento, a motivação da leitura entre as crianças e adolescentes de escolas convidadas.
A Escola Municipal Monsenhor João Coutinho enviou 25 alunos, que ouviram atentamente a palestra. Não sorteamos revistas entre os alunos, como na versão anterior, preferimos doar as revistas para a biblioteca da escola, atingindo um número maior de crianças. Além disso, prometemos uma cópia do filme do Tex, para a escola, a título de divulgação do personagem.
Entre outras perguntas dos alunos, uma chamava a atenção: "Esse homem na revistinha é o senhor?" Eles viam-me vestido igual ao Tex e pensavam assim, apesar de lhes dizer que não... etc.
 
Acto contínuo chegaram os 17 alunos mirins da Escola Estadual de Ensino Fundamental Padre João Felix, do bairro do Varadouro, vizinho/parte do Centro Histórico.
Estes fizeram mais confusão entre mim e o Tex, por serem menores, mas tudo foi explicado, pois eles também se vestem de Super-Heróis - chegamos a um acordo.
Para estas crianças, a linguagem dos adultos é complicada e começo mostrando a foto de quando tinha 10 anos e comecei a coleccionar o Tex.
Para a escola doamos uma pilha de revistas de personagens da S.B.E. e também prometemos uma cópia do filme para a biblioteca. Além disso, arrancamos das professoras a promessa de uma redacção sobre o passeio e a visita à exposição.
 
E chegamos ao ponto alto do dia, com a prometida e anunciada presença do pard Kayo Furtado, nosso conviva de Fórum, que chegou meio tímido, acompanhado do papai Kilson e do primo Jefferson.
Foi um grande prazer conhecer o jovem talento texiano; parecia que a gente já se conhecia desde criança, pois a amizade tem um grande avalista, o nosso Tex.
Conversamos sobre a exposição, mostrei-lhes as revistas mais importantes, meio na correria, pois é sempre um ambiente de entra e sai de pessoas tomando a atenção.
O Kilson é Secretário de Cultura na cidade de Solânea e demonstrou o desejo de realizar uma Expo-Tex no próximo ano. Prometi a presença e devido ao entusiasmo de pai e filho, devemos esperar por boas novas.
Concomitante chegou o pard Sergio Gomes, que participou atento das conversas e fez diversas perguntas, contou da sua militância com Tex e posou para uma foto.
 
E ao apagar das luzes, o parceiro e editor Henrique Magalhães, da Editora Marca da Fantasia, professor de desenho, criador da personagem Maria, que saía nas tiras diárias dos jornais paraibanos, um militante e incentivador das revistas em quadradinhos, que já publicou várias revistas de autores nacionais, inclusive do Edgar Vasques, do Rio G. Sul (Rango, Top! Top!, O Analista de Bagé); Antonio Cedraz, baiano, autor de A Turma do Xaxado; e nosso conhecido Jean Okada, com a revista Kario.
E assim encerramos mais um dia de Expo-Tex. Ainda travei contacto com a actriz Ana Luisa Camino e trocamos ideias sobre o hobby de coleccionar revistas, de perseverar, de realmente gostar de algo que nos apraz ainda que o mundo pareça correr em outra direcção.
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30/11/2007 
Quando acordei o sol já ia alto e após um café frugal, peguei a minha montaria e cavalguei até ao Gabinete Cultural em boa velocidade, para não chegar atrasado. Sempre cumpro direitinho os meus horários, excepto quando acontece alguma emboscada pela trilha.
Cheguei primeiro do que D. Fátima, a gentil senhora que toma conta do Gabinete no tocante a arrumação e limpeza - é uma leitora voraz de faroeste e leu várias revistas nos 3 dias e ainda assistiu ao filme.
Sendo o último dia, imaginei que as maiores emoções aconteceriam à tarde.
 
De facto, naquela manhã, apenas seis visitas. Uma muito esperada, a do Oficial de Cavalaria do Exército, o agora aposentado Cel. Pedro Arnóbio, leitor assíduo do Tex e tudo de faroeste. Conhecemo-nos há dois anos, quando eu distribuía panfletos nas revistas na banca, ocasião da 1ª. Expo-Tex. Travamos uma boa conversa na qual ele falou de algumas sugestões feitas à Mythos, inclusive referente às nomenclaturas e distinções de patrulha, pelotão, esquadrão e regimento. E o distinto texiano viria a ser sorteado à tarde com o prémio mais cobiçado, a Revista Júnior, que publicava as aventuras de Tex sob a alcunha de Texas Kid.
Depois apenas alguns turistas de passagem, que entraram e saíram, olharam, não se identificaram.
 
Quando o sol estava a pino, chegou o Adauto Ferreira, velho amigo texiano. Durante uma hora travamos a nossa conversa em torno do passado, presente e futuro do nosso herói e dos eventos levados a cabo por fãs.
Falamos do livro de minha autoria que é promessa para 2008, falamos do Civitelli e seu Tex 60 anos, falamos do Portal TEXBR, falamos de tudo! E ele, mais tarde, foi o sorteado com um calendário 2008 estrelado pelo nosso Tex.
Posso dizer que acampei junto a uma pedra que formava uma sombra ao longo da trilha e fiz uma alimentação rápida, preparando-me para a última etapa da grande viagem que é realizar uma exposição.
 
Pouco mais tarde, vi sinais da poeira levantada no fundo do vale e percebi que se tratava de um grupo grande vindo na minha direcção. Fiquei atento e logo me acalmei ao reconhecer os jovens guerreiros enviados pela Escola Bem-Me-Quer, que apanharam o trem na Torre e vieram até o Varadouro. Os 17 guerreiros eram liderados por duas instrutoras e aprendiam a caçar e a se desenvolver para a vida.
Tivemos uma conversa muito animada onde contei alguns 'causos' para exemplificar a importância da leitura e de cultuar a cultura, ao tempo que falei do Tex na minha vida, desde os tempos em que tinha as suas idades.
A escola recebeu 15 revistas para a biblioteca e todos saíram animados e ansiosos em fazer a leitura das revistas.
 
E como vos afirmei, as maiores emoções, os grandes acontecimentos e as surpresas estavam fadadas a acontecerem no fim, como em toda boa história.
Foi como se todos combinassem. Não haviam combinado. Foi como se todos se conhecessem. Não se conheciam.
De repente chegou o Luiz Artur, a esposa e duas filhinhas, a seguir entrou o Frederico Vale e logo após o Ornan e a esposa. Quando eu iniciava a conversa com eles, eis o Gilson, o Gilsinho e a Terezinha adentrando o saloon, e no átimo seguinte o pard Kayo chegou mais uma vez. E não parou por aí, vieram o Bruno trazendo o seu pai Luiz Gonzaga e ainda o garoto Orcílio. Todos texianos. E a festa se completou com a chegada do Dinaldo.
 
Conversei com todos ao mesmo tempo, apresentando a todos entre si, realizando de verdade um dos objectivos do evento. Mostrei-lhes as revistas importadas, falamos do passado, presente e futuro do Tex, do livro que vem por aí em 2008 junto com os 60 anos do personagem. Parecia que não havia mais nada no mundo que importasse naquele momento. E fizemos uma foto muito especial com os presentes.
Então, chegou a hora dos sorteios e aproveitei que as filhas do Artur estavam bem animadas e convidei-lhes para me ajudar. Antes, mostrei os nomes de todos os concorrentes, para que todos sentissem a firmeza texiana de ser. E iniciamos a brincadeira.
 
Porém, Manitu havia decidido que os contemplados seriam os ausentes e o Gilson, que acabara de sair foi o primeiro escolhido pela sorte. Um a um, com a ajuda das garotinhas, sorteamos os big prémios e nada da sorte bafejar nenhum dos presentes, uma pena. Ainda pensei em arranjar um prémio de consolação, mas para não fugir do esquema, visto que apenas um ganharia, achei melhor esquecer.
Também não foi assim tão ruim, pois todos levaram um cartaz A4 e um marcador-de-página, ou marcador-de-texto para casa e os contactos para se conseguir revistas importadas e revistas nacionais diversas.
 
Quando a noite parecia prestes a abocanhar o dia, eis que surgiram dois pards já conhecidos de outros carnavais. Zezinho, que na 2a. Expo-Tex me presenteou com o poster do Tex, vindo no Tex 78 e Bartolomeu (Zé da Revista), que há anos faz a festa da criançada vendendo revistas e livros na Duque de Caxias, no coração da capital.
Depois de colocarmos a conversa em dia e fazermos umas fotos, fomos molhar a garganta com uma água-de-fogo muito boa. Juntos com o Dinaldo, conversamos bastante, sempre falando do Tex e seus parceiros nas centenas de aventuras.
Quem passou por lá foi Alex Madureira, guitarrista, velho fã do Ranger, que hoje lê esporadicamente e seu amigo Flávio Vallenio, matando saudades.
E como tudo que é bom dura pouco, o que é muito bom passa rapidamente. Junto com Zezinho, Zé da Revista e Dinaldo, passamos a encaixotar as revistas. A ajuda dos pards foi providencial, pois fizemos um trabalho rápido e preciso. Confesso que estava muito cansado fisicamente, mas a mente continuava ágil.
 
O balanço final é super positivo. Estou convicto que foi um belo e importante evento para os texianos e para o Tex. Os objectivos foram atingidos: a divulgação foi perfeita e alcançou o efeito desejado; o incentivo à leitura foi o item menos proveitoso, pois algumas escolas desistiram de enviar os alunos e não avisaram o porquê; a interacção texiana foi um factor amplamente positivo, primeiro por trazer alguns antigos texianos, mas, principalmente por revelar os novos. E tomara que estes estejam bem presentes nos eventos e manifestações que se seguirão no ano que Tex completa 60 anos de actividades.
 
Um grande abraço a todos, muito obrigado e que a paz de Deus e a mensagem texiana continue a nos manter unidos, firmes e fortes.
Um brinde a todos!

Segue-se o vídeo do evento...

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27 de Fevereiro de 2008

Fanzine "A Conquista do Oeste" - Maio/Novembro 2001 - Páginas 17 a 21 - As Histórias aos Quadradinhos de "Western" em Inglaterra

As Histórias aos Quadradinhos de "Western" em Inglaterra

O tema dos "cow-boys" na Europa, seria explorado até à exaustão, em dois países. Um deles seria a Inglaterra, que teria o seu apogeu e a sua decadência e a Itália, o único país que ainda consegue manter de uma forma activa o tema, publicando mensalmente pelo menos, duas revistas do género, com as personagens "Tex" e "Zagor". Sobre a Itália já temos publicado algumas informações enquanto, no que respeita à Inglaterra, nem por isso, devido às dificuldades que sempre houve, de se conseguirem fontes fidedignas do que ali se passou, no campo da 9°. arte. Hoje já tal não acontece, pois embora de uma forma particular, já temos tido acesso à recolha de dados e informações, não só das revistas inglesas mais famosas, como do nome das personagens, seus autores, datas de publicação e outras informações de interesse. Assim, não seria justo deixar de publicar aqui, embora de uma forma sucinta, o que na verdade foi criado e editado sobre o tema do "western" nesse país.

Os anos cinquenta marcam o verdadeiro início da Banda Desenhada inglesa, no campo do "western". Seria uma década difícil de ser igualada por outros países no mesma tema, não só no que respeita à quantidade, como à qualidade. Grandes desenhadores ingleses e estrangeiros (a trabalhar para Inglaterra), conseguiram atingir metas que os próprios norte-americanos encararam com respeito. Quer em pranchas inicialmente e posteriormente em pequeno formato (2 vinhetas por página), foram publicadas excelentes obras, abordando o Oeste de todas as formas possíveis, englobando nessa extensa lista, um vasto número de "heróis" ingleses, como muitos norte-americanos, criados a partir de figuras conhecidas da História da Colonização do Oeste. Das revistas onde os mesmos foram publicados, só iremos falar de três, para não tornarmos cada vez mais extenso em páginas, este Fanzine.

Em 1946 J. B. Allen converteu o seu jornal "Comet" numa revista de Banda Desenhada, que embora impressa em papel fraco e com uma impressão a preto e vermelho, viria a conseguir manter-se alguns anos, devido aos trabalhos que incluía nas sua páginas. Em paralelo publicava igualmente outra edição chamada "Sun".
Em 1949 a Amalgamated Press comprou os dois títulos e transformá-los-ia em duas das melhores publicações do género, em poucas semanas. Analisando umas e outras, mal impressas, mau papel e fracos desenhos e, posteriormente, com nova apresentação e novos trabalhos, fácil foi deduzir o resultado.

O suporte principal das duas revistas, no que respeitava às suas histórias, eram principalmente o campo histórico e o "western". Os principais "heróis" do "Comet" eram "Kit Carson" e "Buck Jones". Para este último, o editor do "Comet" serviu-se do talento de Reg Bunn, que soube desenhar admiráveis cenas de galope, de carruagens à desfilada e de tiroteios. Em pouco tempo "Buck Jones" tornou-se a principal personagem do "Comet". Posteriormente passava para as capas do "Sun", que apareceria quase um ano depois, enquanto era substituído por "Kit Carson", outra personagem do "western", desenhada por Geoff Campion, outro grande desenhador inglês. Devido ao sucesso que as duas personagens tiveram, foi decidido editar uma nova colecção chamada "Cowboy Comics Library", que passaria a incluir histórias criadas em formato de bolso.

Será ali que aparecerão algumas das melhores e mais bem desenhadas histórias de sempre, com traços de Derek Eyles, Ron Embleton, Steve Chapman, Adam Horne e Ron Smith. A partir de 2/6/51 surge um novo artista a desenhar "Kit Carson". Chamava-se Robert Forrest e, a partir dessa data, seria o desenhador que maior número de histórias criaria para esta colecção. A partir de 10/2/51 outro novo e excepcional artista aparecerá a criar novas aventuras. Era C. E. Drury. Iria tornar-se igualmente uma das maiores estrelas a desenhar. Evidentemente que nas páginas da revista "Sun", apareceriam outras personagens, tais como "Dick Turpin" (1951) de Mc Neill, uma das mais famosas séries inglesas.

Muitas das histórias eram também criadas através dos filmes, que iam aparecendo no Cinema. Algumas vezes as séries despertavam mais emoção nos leitores, do que os próprios filmes nos espectadores, tal era a qualidade das imagens que os artistas captavam com as suas penas no papel. Alan Ladd e James Stewart acabariam retratados nas séries, com os seus filmes "Branded" e "Winchester 73", através dos traços de Geoff Campion. Aliás, este será um dos melhores artistas para a figura de "Buck Jones".
Entretanto começam a surgir trabalhos de Eric Parker, com a personagem "Sexton Blake", entre outras. Não gostamos dos desenhos deste artista, embora ele seja reconhecido em Inglaterra. A vantagem do seu trabalho é que este melhora através da redução das vinhetas, que elimina assim muitas das suas imperfeições. No entanto, deixou-nos dezenas de trabalhos publicados, mesmo em revistas portuguesas, abordando todos os temas, inclusive os de "cow-boys".

Mais um artista de nomeada, acaba por surgir nas páginas do "Sun". Era Eric Bradbury. Outros dos novos e igualmente famoso, dos artistas ingleses, será Patrick Nicolle, versátil e fabuloso desenhador, nos seus traços barrocos.
Em Março de 1952 "Sun" e "Comet" surgem com novas histórias e uma delas é "Sitting Bull", de Patrick Nicolle, outras séries de Stephen Chapman e várias histórias de Michael Butterworth, um novo argumentista que viria a alcançar também sucesso, com os seus textos adaptados para as Histórias aos Quadradinhos. "Ivanhoe" de Patrick Nicolle, seguida de "Robin Hood" do mesmo autor, conseguem conquistar novos leitores para estes excelentes trabalhos, que seriam publicados em Portugal na revista "Oásis".
Entretanto e para que seja atingido o maior êxito de sempre, no campo do "western", surge um novo "herói", chamado "Billy The Kid", que tinha uma identidade secreta como o rancheiro "Will Bonney", um cavalo negro chamado "Satan" e uma caverna num rochedo, onde se mascarava de vingador negro (vestia todo de negro). O autor dos trabalhos era Geoff Campion.

"COWBOY COMICS LIBRARY"

Quando o primeiro número da revista "Cowboy Comics Library" seria publicado, em Abril de 1950, a um preço barato e de pequeno formato, não se esperava uma grande aceitação do público. Os N°s. l e 2 publicaram, respectivamente, as aventuras de "BuckJones" e de "Kit Carson" e contra todas as expectativas, na continuidade da publicação de outras personagens de outros autores, a aceitação veio a verificar-se, cada vez mais. Ao mesmo tempo os artistas iam mudando, bem como as personagens, de numero para número, para satisfazer todo o tipo de leitores.
As capas de cada número eram muito sugestivas e Geoff Campion, bem como outros desenhadores, faziam o seu melhor para chamar a atenção dos leitores. Ao mesmo tempo, artistas estrangeiros faziam a sua aparição nas páginas da revista, tais como José Luis Salinas, com "Cisco Kid".

Entretanto surge um novo "herói" da autoria de Ron Embleton e Peter Sutherland. Chamava-se "Lucky Lannagan", personagem baseada nas novelas de John Hunter, que obteria rapidamente assinalável êxito. No entanto, só seriam publicados seis números da revista com as suas aventuras. Desconhecemos porquê, mas a última história daquele "herói" não publicada, acabaria por ser redesenhada pelo próprio Ron Embleton, numa adaptação para a figura de "Kit Carson", no N°. 137 da revista.

Peter Sutherland desenhou duas aventuras desta personagem e Selby Donnison uma terceira. Aquele desenhador seria o que maior número de histórias de "Kit Carson" criou. Mas nunca desenhou "Buck Jones". Outro dos grandes artistas de "Western" seria Adam Horne, embora o acusassem das suas histórias terem pouco movimento.
Com o tempo, a qualidade do trabalho publicado vai diminuindo, já que ficam Sutherland, Milburn e Gale, a ocuparem-se de todo o trabalho, além de Charles Roylance, que é fraco. Algumas das histórias acabam por ser adaptadas e desenhadas por mais de um artista. Por exemplo, no N°. 107, na história de "Buffalo Bill" as páginas N°s. 1/4, 28/43 e 64, são desenhadas por Ron Embleton. As restantes, foram adaptadas de uma história da autoria do desenhador norte-americano Fred Meagher. A partir de uma certa altura, surgem duas novas personagens, "Davy Crockett" e "Kansas Kid". Aparecem também novos autores e novas ideias são postas em prática, para ajudar a manter a qualidade dos trabalhos que até aí a revista tinha oferecido. Edward Drury, Derek Eyles, Reg Bunn, e, acima de tudo, Stephen Chapman e Gerry Embleton, ocupam-se dessas tarefas.

Chapman executa bons trabalhos na figura de "Davy", bem como Gerry (o irmão mais novo de Embleton), que ao desenhar desde muito novo, conseguiria criar excelentes personagens nas suas histórias: os caçadores, os soldados e os índios, são apresentados com ricos detalhes, além de desenhar belas paisagens, florestas e rios. No início, as histórias de "Kit Carson" e de "Buck Jones" eram escritas por Jimmy Higgins e 'Chick' Henderson. A imaginação que ambos deram às sua aventuras, não se repetiram. No entanto, Angus Allan e Allan Fennell, escreveram os textos para o "Davy Crockett" e para "Kansas Kid" de uma forma aceitável. Mais tarde, Dick Wise, Joan Whitford (com o pseudónimo de Barry Ford) e Andy Vicent, seriam os argumentistas dos outros trabalhos, a seguir.
Alfred Wallace será também um dos argumentistas a considerar e como editor da revista "Cowboy Comics Library", resolve fazer uma coisa que, quanto a nós, não abonou muito a seu favor. Resolveria cortar, adaptar e modificar nomes e personagens, de histórias que já tinham sido publicadas anteriormente nas revistas. De tal modo se tomou tão confusa esta situação, que ainda hoje, muitas personagens se assemelham umas com as outras e acabariam publicadas com um nome, que muitas vezes não era o seu originalmente.

Mais tarde, Eric Parker volta a desenhar "cow-boys" e Jesus Blasco, junta-se aos desenhadores estrangeiros a colaborar na revista. Jackie Forret foi um dos novos artistas, a criar mais alguns trabalhos. Um dos desenhadores mais interessantes a ocupar-se de novas histórias, seria Robert Forrest Desenharia uma série de aventuras de "Kit Carson". Seria mesmo considerado um dos melhores, para não dizer o melhor, desenhador de histórias inglesas de "western". "Cowboy Comics Library" acabaria em 1962, com 468 revistas publicadas. No final da sua publicação, as histórias tornar-se-iam já um pouco mais complexas na sua narrativa, não defraudando, no entanto, o leitor na qualidade dos textos e dos desenhos, que seriam sempre mantidos como até aí.

OS "COMICS" INGLESES SOBRE CINEMA DE "WESTERN"

O editor de "Puck", uma celebre revista semanal inglesa de Banda Desenhada, no dia 29 de Novembro de 1913, anuncia aos seus jovens leitores de que passará a incluir nas páginas da revista, uma nova série intitulada "Tales From The Cinema", que será afinal a adaptação à 9ª. arte, de alguns filmes da época, normalmente de "cow-boys".
O primeiro trabalho chama-se "Blood Will Tell" e é ilustrado por G. M. Dodshon. A personagem principal é "Buffalo Bill". A partir daqui o êxito está garantido e as adaptações sucedem-se, inclusive de "Tom Mix" e outras figuras do Cinema mudo da época.
O interesse passa a ser tanto, que a partir de 13 de Dezembro de 1919 sai o Nº. 1 do "Boy's Cinema", uma revista semanal de 28 páginas, que duraria 21 anos e que apresentaria, do mesmo modo, outras adaptações de filmes dedicados ao tema do "western", tão em voga na altura. "Film Fun" será outra das revistas a ser publicada, surgindo o seu Nº. 1 em 17 Janeiro de 1920. Aqui os temas serão ligeiramente diferentes, já que irão incidir, essencialmente, na figura dos próprios artistas e não nos filmes. No entanto, as estrelas serão igualmente artistas de filmes de "westem", tais como "Buck Jones", mas cujos argumentos serão de autores ligados à revista e desenhados por J. H. Valda, um veterano autor de outras histórias do género. Na época e no tradicional uso das revistas de Banda Desenhada inglesas, as Histórias aos Quadradinhos eram concebidas em tiras, com o texto em rodapé.

Uma nova revista irá aparecer mais tarde, a partir de 16 de Julho de 1934, com o título de "Film Picture Stories" e, desta vez e de novo, com adaptações de filmes de "western" e outros. A personagem principal será, mais uma vez, "Buck Jones" e os desenhos pertencem a Joseph Walker. No entanto, a revista não será um sucesso, pelo que acabará 30 semanas mais tarde. Outros artistas de filmes de "western" que surgiram nesta publicação foram: Randolph Scott, Bob Steele, Rex Bell, Tom Tyler e Ken Maynard. Os desenhadores seriam igualmente diversos: Valda, Walker, Harry Lane, George W. Wakenfield e Serge Drigin.
Outras das revistas que em 1936 aparecerão com artistas ligados aos temas de "western" serão "Funny Wonder" com Tim McCoy, "The Jester" com Gary Cooper e "Tip Top" com Ken Maynard, mas claro, a nível esporádico.

Em 1938, na revista "Radio Fun", aparecerá Tom Keene e em 1939, será a vez de William Boyd na figura de "Hopalong Cassidy" com desenhos de C. E. Montford. Esta personagem já tinha sido publicada na revista "Modern Boy" (1937), em três aventuras suas, baseadas em filmes e desenhadas por J. H. Valda. Além destas aventuras, a revista iria incluir igualmente outras, também baseadas em filmes de "western", mas com outros artistas. Esta publicação, apesar de profusamente ilustrada e com belas capas, embora a duas cores, só incluía em cada número uma ou duas pranchas de Banda Desenhada, apesar das suas 28 a 36 páginas. Apresentava-se, principalmente, com contos, novelas e vários romances. Será a veterana revista "Film Fun", no seu número 1532 de 28/5/49, que publicará nas suas páginas, novas aventuras adaptadas de filmes de "western". Desta vez os artistas presentes serão Johnny Mack Brow, Gregory Peck, Wayne Morris, John Wayne e Ronald Reagan, alguns já pertencentes à nova vaga de actores que estavam a dar os seus primeiros passos na 7ª. Arte. A recessão atinge este género de Banda Desenhada, que dará então os seus últimos passos para findr nos inícios dos anos 50.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, e/ou imprimí-las, clique nas mesmas)
 

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26 de Fevereiro de 2008

Collezione storica a colori, nº 38 - La rivolta di Mefisto

Tex  nº 38LA RIVOLTA DI MEFISTO



(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)
 
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25 de Fevereiro de 2008

Portugal - Edições do mês de Fevereiro/Março

Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas pela LOGISTA PUBLICAÇÕES, no mês de Fevereiro:

Semana de 18/02 a 22/02


TEX  428
A DÁDIVA DE MANITU
Texto: Claudio Nizzi - Desenhos: Giovanni Ticci

Enquanto Carson tenta ajudar os cheyennes a combater os caçadores brancos sem derramamento de sangue, Tex procura desesperadamente o auxílio dos casacas-azuis para evitar que ocorra o massacre dos bisontes, que são considerados pelos peles-vermelhas como... A DÁDIVA DE MANITU.
2,90€

TEX COLEÇÃO
220
O ÍDOLO DE ESMERALDA
Texto: G. L. Bonelli - Desenhos: Giovanni Ticci/Fernando Fusco

O destino final do agente indígena Billing, ao tentar desvencilhar-se de Tex e seus companheiros. A fantástica conclusão da história iniciada em Tex Coleção 218. Fechando a edição, o início de uma nova história: O Ídolo de Esmeralda, com arte fenomenal de Fusco, mostrando Tex lutando para libertar jovens índias que seriam sacrificadas num ritual arcano e sangrento. Emoção do primeiro ao último quadradinho.
2,90€

MÁGICO VENTO 63
O BANDO DOS INOCENTES
Texto: Manfredi * Desenhos: Ramella

Neste episódio de Mágico Vento evocamos um dos eventos mais controversos e inquietantes da história do Oeste: o linchamento do xerife Henry Plummer, de Bannack (Montana) em 1863, e o extermínio de todos os seus vinte e cinco ajudantes, acusados de vários roubos. A Plummer e seus homens foram atribuídos 102 homicídios, que teriam sido cometidos em apenas oito meses! Da quase totalidade dessas supostas vítimas nunca foram encontrados os cadáveres. Segundo os acusadores, o xerife e o seu bando queimaram ou desmembraram os corpos para poder levá-los ao alto das montanhas e "enterrá-los" no gelo. Como se pode sustentar uma acusação de homicídio (ainda mais de massa) sem os corpos? Para saber a resposta, você não pode perder essa edição de Mágico Vento.
2,90€


ZAGOR 78
A MÁQUINA DA MORTE
Texto: Burattini - Desenhos: Cassaro

Após descobrir, em Forte Jericho, que o Coronel Truscott, o Capitão Straker e o Tenente Gaiman estão testando um aparelho que controla insectos à distância para uso militar, Zagor procura fazer de tudo para destruir a máquina e acabar com os planos dos militares. Mas Truscott não quer de forma alguma desistir de seu projecto e usa a máquina para mandar um enxame de zangões e dezenas de aranhas venenosas para destruir nosso herói. Como fará o Espírito da Machadinha para se livrar dessas terríveis ameaças e pôr um fim na Máquina da Morte?

2,90€

ZAGOR EXTRA 42
HELLINGEN ESTÁ VIVO!
Texto: Boselli - Desenhos: Ferri

Zagor enfrenta o Mestre dos Bonecos, chefe das marionetes, que raptou umas crianças. Enquanto isso, o misterioso Raven, um agente especial da organização secreta de Elsewhere, está em viagem com Drunky Duck para encontrar o Espírito da Machadinha.
O horror continua! Na encosta do Monte Naatani surge um sombrio castelo do terror suspenso entre realidade e pesadelo, entre passado e futuro, no qual Zagor e o agente especial Raven encontrarão um homem que voltou da morte, e não é um homem comum, pois trata-se do maior inimigo que o herói de Darkwood já enfrentou. Para desespero geral, HELLINGEN VOLTOU!!
2,90€

ZAGOR ESPECIAL 9
A LONGA MARCHA (Parte 2) 
Texto: Burattini - Desenhos: Chiarolla

Parte 2 da aventura A Longa Marcha. Longa e dolorosa é a estrada do exílio para os Cherokees, expulsos de suas antigas terras para novos territórios selvagens e sem cultivo. O Espírito da Machadinha se dirige pessoalmente à Casa Branca, para tentar reverter a situação com o Presidente... Uma história épica e fluvial, que compreende drama, aventura, reconstruções históricas e uma comovente love story... como nos melhores romances de todos os tempos!
7,50€

CONAN, O BÁRBARO 56

NOVA FASE: A trajectória de Conan rumo ao trono da Aquilônia, com todas as histórias reordenadas de acordo com a Cronologia de Conan elaborada por Roy Thomas (a partir da obra de Robert E. Howard, e dos trabalhos de John D. Clark, P. Schulyer Miller e Jim Neal).
Neste número: Sangue e Honra - Em seu retorno ao exército aquilônio, onde serve como batedor avançado, o Cimério enfrenta um inimigo jurado, o comandante picto Shooz Dinj. Roteiro de Don Kraar e arte de Val Mayerik.
O Cálice, Segunda Parte – Capturado numa emboscada na cidade portuária de Khawarism, Conan é vendido a um escravista. História inédita originalmente publicada em tiras de jornal. Roy Thomas assina o roteiro; Ernie Chan, a arte.
3,50€
 

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24 de Fevereiro de 2008

Trading Post Nº 2

TRADING POST
          POR: SÉRGIO SOUSA      FOLHETIM MENSAL DE DIVULGAÇÃO DAS REVISTAS BONELLI PARA VENDA                                                      ANO 1                    Nº2           FEVEREIRO 08

O trading post apresenta as revistas que disponho para venda, as condições de venda e o estado de conservação das revistas. Devido a retenção na alfândega da principal encomenda, não foi possível a saída do folhetim nos primeiros dias do mês, como estava previsto. Assim, altero a saída dos próximos folhetins para a 1ª quinzena de cada mês, prevendo que o Nº3 saia entre dia 10 e 15 de Março. Todos os coleccionadores que o desejarem, basta que o solicitem através do E-mail: sergiosousa1367@hotmail.com
Recomendo que analisem com atenção as fotografias e a classificação que atribuo a cada uma das revistas, em caso de dúvida podem solicitar mais informação ou fotografia sobre qualquer revista.

ü                    PRECIOSIDADES
Esta rubrica não é mais que um leilão…. Invertido. A revista é colocada a um preço que vai baixando todos os dias. Os preços para cada dia estão aqui identificados. O comprador avalia a revista e contacta-me no dia que considera que a revista está com um preço justo. Não se esqueçam que só existe um exemplar e se esperarem por um preço muito baixo outros coleccionadores podem antecipar-se.
Dia 23 Fev08 28€
Dia 24 Fev08 27€
Dia 25 Fev08 26€
Dia 26 Fev08 25€
Dia 27 Fev08 24€
Dia 28 Fev08 23€
Dia 29 Fev08 22€
Dia 01 Mar08 21€
Dia 02 Mar08 20€
Dia 03 Mar08 19€
Dia 04 Mar08 18€
Dia 05 Mar08 17€
Dia 06 Mar08 16€
Dia 07 Mar08 15€
Dia 08 Mar08 14€
Dia 09 Mar08 13€
Dia 10 Mar08 12€
Dia 11 Mar08 11€
Dia 12 Mar08 10€
                                                       TEX O GRANDE ED. ESPECIAL 40 ANOS (B)

Dia 23 Fev08 23€
Dia 24 Fev08 22€
Dia 25 Fev08 21€
Dia 26 Fev08 20€
Dia 27 Fev08 19€
Dia 28 Fev08 18€
Dia 29 Fev08 17€
Dia 01 Mar08 16€
Dia 02 Mar08 15€
Dia 03 Mar08 14€
Dia 04 Mar08 13€
Dia 05 Mar08 12€
Dia 06 Mar08 11€
Dia 07 Mar08 10€
Dia 08 Mar08 09€
Dia 09 Mar08 08€
Dia 10 Mar08 07€
Dia 11 Mar08 06€
Dia 12 Mar08 05€

                                                               TEX 2ª EDIÇÃO Nº8 (B)

ü                    DESTAQUES
Rubrica que apresenta revistas antigas que são difíceis de encontrar.





















PARA SABER PREÇOS E ESTADO DE CONSERVAÇÃO CONSULTE A TABELA NO FINAL DO FOLHETIM

 ü          NOVIDADES
Rubrica que apresenta revistas novas, algumas delas ainda não distribuídas em Portugal.













PARA SABER PREÇOS E ESTADO DE CONSERVAÇÃO CONSULTE A TABELA NO FINAL DO FOLHETIM

ü          LOTES
As revistas que fazem parte dos lotes, só podem ser vendidas separadamente após a data indicada.



LOTE 1 MISTER NO ED. RECORD - Nº 6,7,9,15,16        PREÇO 20 EUROS



LOTE 2 TEX COLECÇÃO 1 E 2 - PREÇO 10 EUROS



LOTE 3 MINISSÉRIE TEX MERCADORES DA MORTE, PARTES 1 E 2 - PREÇO 7,00 EUROS

AS REVISTAS AGREGADAS AOS LOTES PODEM SER VENDIDAS SEPARADAMENTE A PARTIR DO DIA 01 DE MARÇO, CASO O LOTE A QUE PERTENCEM NÃO TENHA SIDO VENDIDO.

PARA SABER PREÇOS DAS REVISTAS INDIVIDUALMENTE E ESTADO DE CONSERVAÇÃO, CONSULTE A TABELA NO FINAL DO FOLHETIM

ü          REVISTAS

O grosso das revistas é apresentado nesta rubrica, sem condições.









PARA SABER PREÇOS E ESTADO DE CONSERVAÇÃO CONSULTE A TABELA NO FINAL DO FOLHETIM

TABELA DE PREÇOS E ESTADO DE CONSERVAÇÃO
COLECÇÃO

E
VENDA

COLECÇÃO

E
VENDA

COLECÇÃO

E
VENDA